Advogado pede ao STF afastamento de Michel Temer

O advogado alagoano Richard Wagner Manso protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) uma ação popular contra Michel Temer, o empresário Joesley Batista, a União e o Senado Federal; entre outros fatos, ação pede o afastamento imediato de Temer para evitar mais danos ao erário e ao Estado Democrático de Direito, uma vez que Temer tem usado sua influência em todas as áreas administrativas da União

O advogado alagoano Richard Wagner Manso protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) uma ação popular contra Michel Temer, o empresário Joesley Batista, a União e o Senado Federal; entre outros fatos, ação pede o afastamento imediato de Temer para evitar mais danos ao erário e ao Estado Democrático de Direito, uma vez que Temer tem usado sua influência em todas as áreas administrativas da União
O advogado alagoano Richard Wagner Manso protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) uma ação popular contra Michel Temer, o empresário Joesley Batista, a União e o Senado Federal; entre outros fatos, ação pede o afastamento imediato de Temer para evitar mais danos ao erário e ao Estado Democrático de Direito, uma vez que Temer tem usado sua influência em todas as áreas administrativas da União (Foto: Voney Malta)

Alagoas 247 - Richard Wagner Manso, advogado alagoano, protocolou na quarta-feira, 14, no Supremo Tribunal Federal (STF), uma ação contra Michel Temer; o empresário Joesley Batista, acionista da JBS; a União; e o Senado Federal.

Como argumento, Richard Manso cita os atos de improbidade e de crime de responsabilidade que vêm sendo denunciados em delações e noticiados na grande mídia. A ação reclama, ainda, que há necessidade de afastamento imediato de Michel Temer para evitar mais danos ao erário e a democracia.

De acordo com a documentação que se encontra no STF, Temer vem usando a sua influência em todas as áreas administrativas da União. “Com distribuição de cargos e verbas públicas solicitadas por partidos e parlamentes, em uma redoma legal, mas, contudo, imoral, para o fim de manter protegidos outros infratores, e para manter-se em seu cargo de presidente do Brasil”, explica o advogado alagoano.

 “É impossível manter na Presidência da República, qualquer cidadão que seja alvo de investigações por crimes de corrupção passiva, corrupção ativa, obstrução à investigação de organização criminosa e participação em organização criminosa”, diz a ação.

Richard Wagner Manso também pede na ação que sejam devolvidos aos cofres da União o valor atribuído a título de benefício e mesadas proporcionados pela empresa de Joesley Batista, acionista do grupo JBS, verbas que saíram e foram disponibilizadas pela ajuda da União e Bancos Estatais do Governo Federal.

Com Extra Alagoas

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