Aécio cogitou rótulo "petrolão" para escândalo

Otimista com a polêmica aberta pelo depoimento do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, presidenciável tucano Aécio Neves usará seu programa de TV para atacar o PT; cogitou nomear novo escândalo de "petrolão", mas achou melhor apontar semelhanças com o chamado “mensalão” de 2005, que resultou na AP 470 e na prisão de políticos petistas como José Genoino e José Dirceu 

Otimista com a polêmica aberta pelo depoimento do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, presidenciável tucano Aécio Neves usará seu programa de TV para atacar o PT; cogitou nomear novo escândalo de "petrolão", mas achou melhor apontar semelhanças com o chamado “mensalão” de 2005, que resultou na AP 470 e na prisão de políticos petistas como José Genoino e José Dirceu 
Otimista com a polêmica aberta pelo depoimento do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, presidenciável tucano Aécio Neves usará seu programa de TV para atacar o PT; cogitou nomear novo escândalo de "petrolão", mas achou melhor apontar semelhanças com o chamado “mensalão” de 2005, que resultou na AP 470 e na prisão de políticos petistas como José Genoino e José Dirceu  (Foto: Roberta Namour)

247 – O presidenciável tucano Aécio Neves acredita ter encontrado a ocasião ideal para virar o jogo eleitoral. Isolado no terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto, ele apostará todas as fichas no ataque ao PT, usando a polêmica aberto pelo depoimento do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto.

Segundo o colunista Bernardo Mello Franco, sua equipe estudou rótulos alternativos para o novo escândalo, como "petrolão", mas concluiu que evocar o chamado “mensalão” de 2005 seria entendido mais facilmente pelo eleitorado.

O episódio resultou na AP 470 no Supremo Tribunal Federal, que condenou políticos petistas como José Dirceu, José Genoino.

No programa do PSDB, Roberto Costa seria comparado a Marcos Valério, o operador do mensalão. O tesoureiro petista João Vaccari Neto viraria uma nova versão de Delúbio Soares.

O tucano, no entanto, deve poupar Eduardo Campos, citado por Costa. "Ele tá fora, morreu. O que fez de certo ou errado não passa a Marina", diz Alberto Goldman, coordenador do comitê tucano em São Paulo.

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