Aécio critica presidente da CUT e diz que sua única arma é a Constituição

Em Alagoas para o lançamento de campanha de filiação do PSDB, que acontece em cinco estados nesta sexta-feira, senador criticou as declarações de Vagner Freitas feitas ontem durante encontro entre a presidente Dilma e movimentos sociais, de "ir para as ruas entrincheirados de armas na mão"; para Aécio, "o País acompanhou, com perplexidade", as declarações; e rebateu: "Vamos de cabeça erguida, nós vamos para rua e levando uma única arma, que é a constituição do Brasil"; o presidente do PSDB defendeu ainda "que o governo perverso do PT seja substituído por um novo e virtuoso ciclo"

Em Alagoas para o lançamento de campanha de filiação do PSDB, que acontece em cinco estados nesta sexta-feira, senador criticou as declarações de Vagner Freitas feitas ontem durante encontro entre a presidente Dilma e movimentos sociais, de "ir para as ruas entrincheirados de armas na mão"; para Aécio, "o País acompanhou, com perplexidade", as declarações; e rebateu: "Vamos de cabeça erguida, nós vamos para rua e levando uma única arma, que é a constituição do Brasil"; o presidente do PSDB defendeu ainda "que o governo perverso do PT seja substituído por um novo e virtuoso ciclo"
Em Alagoas para o lançamento de campanha de filiação do PSDB, que acontece em cinco estados nesta sexta-feira, senador criticou as declarações de Vagner Freitas feitas ontem durante encontro entre a presidente Dilma e movimentos sociais, de "ir para as ruas entrincheirados de armas na mão"; para Aécio, "o País acompanhou, com perplexidade", as declarações; e rebateu: "Vamos de cabeça erguida, nós vamos para rua e levando uma única arma, que é a constituição do Brasil"; o presidente do PSDB defendeu ainda "que o governo perverso do PT seja substituído por um novo e virtuoso ciclo" (Foto: Voney Malta)
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Alagoas247 - O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, defendeu, durante o lançamento, em Alagoas, da Campanha Nacional de Filiação do PSDB, nesta sexta-feira (14), que as manifestações programadas para domingo em todo o país são legítimas.

Na oportunidade, o ex-presidenciável também rebateu a declaração do presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, que disse, nessa quinta (13), que os movimentos sociais poderão até usar armas para defender a presidente Dilma Rousseff (PT) contra um possível golpe, 'em nome da democracia'. Segundo o senador, a única arma à qual os manifestantes pretendem recorrer neste fim de semana é a Constituição Brasileira.

"O Brasil têm leis e elas devem ser cumpridas. Ontem, o país acompanhou, com perplexidade, o pronunciamento de um importante dirigente sindical, que pede para seus companheiros pegarem armas e se entrincheirar. Vamos de cabeça erguida, nós vamos para rua e levando uma única arma, que é a constituição do Brasil para que a lei seja cumprida, que foi por isso que muitos brasileiros lutaram durante tantos anos. Vamos também responder as tentativas de intimidação com nossa mobilização clara e pacífica, mas firme e corajosa, em defesa do Brasil e sempre da democracia", disse Aécio Neves, presidente nacional do PSDB.

Durante o encontro, Aécio defendeu a legitimidade da oposição e responsabilizou o atual governo pela crise que atinge o país. Apesar de defender as mobilizações, Aécio não sabe onde irá participar da manifestação nacional, que acontece em todo o país no próximo domingo.

"Atualmente, nós somos o partido que conversa com a sociedade de cara limpa. Enquanto nós assistimos na cena política nacional, alguns outros, principalmente daqueles que se diziam interlocutores dos que mais precisam, hoje, não tem mais condições de se apresentar a sociedade, devido aos inúmeros desvios e irresponsabilidades. Nossa função não é julgar, mas lutar", acrescentou. 

O ex-candidato a presidência da república, Aécio Neves se reuniu com o prefeito de Maceió, Rui Palmeira, com o deputado federal Pedro Vilela, a presidente nacional do PSDB mulher, Solange Jurema e representantes das lideranças no estado de Alagoas. Durante o discurso, Aécio fez duras críticas a atual gestão e o cenário político nacional. 

"Nós queremos que o governo perverso do PT seja substituído por um novo e virtuoso ciclo para que haja a retomada dos empregos, o controle da inflação e, enfim, a retomada do crescimento que todos buscamos. A impressão que temos de Dilma é chegar até o final, onde nós assistimos o vale tudo da distribuição, sem constrangimento e sem limite, de cargos públicos para aqueles que se dispunham a apoiar o governo. É uma tentativa de vencer a semana e isso é muito pouco para um país com as necessidades do país e complexidade que nós temos hoje. Lamentavelmente, a presidente mentiu durante as eleições, é sitiada, que só pode participar de eventos bem preparados", complementou. 

O atual presidente do partido em Alagoas, Teotônio Vilela Filho, que apesar de ter sido parceiro do governo petista, durante os oito anos que governou o estado, criticou. 

"Eles não são o Brasil. Aquele presidente da CUT não é o Brasil, eles são o PT e devem ser cobrados pelos desvios em série e pela incompetência que governaram. Atualmente, estamos em uma época de crises econômica, social e moral e o nosso compromisso é um ato político no momento mais difícil enfrentado pelos brasileiros. Vamos reunir os brasileiros para construir um novo país. Por isso, temos que ter consciência dos nossos deveres históricos", disse Teotônio Vilela filho, presidente do partido em Alagoas.

Com gazetaweb.com

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