Aécio: evento em BH marca virada do PSDB ao 2° turno

Presidenciável Aécio Neves afirmou que o evento ao qual participou, em Belo Horizonte, nesta quinta-feira 4, marca a arrancada para a sua candidatura chegar ao segundo turno; "O Brasil não está preparado para novas aventuras. Nossa candidatura é que levará o país a um porto seguro", acrescentou; o ex-governador de Minas também atrelou a presidenciável Marina Silva (PSB) ao PT e ao chamado 'mensalão' para conter o crescimento da ex-senadora nas pesquisas

Presidenciável Aécio Neves afirmou que o evento ao qual participou, em Belo Horizonte, nesta quinta-feira 4, marca a arrancada para a sua candidatura chegar ao segundo turno; "O Brasil não está preparado para novas aventuras. Nossa candidatura é que levará o país a um porto seguro", acrescentou; o ex-governador de Minas também atrelou a presidenciável Marina Silva (PSB) ao PT e ao chamado 'mensalão' para conter o crescimento da ex-senadora nas pesquisas
Presidenciável Aécio Neves afirmou que o evento ao qual participou, em Belo Horizonte, nesta quinta-feira 4, marca a arrancada para a sua candidatura chegar ao segundo turno; "O Brasil não está preparado para novas aventuras. Nossa candidatura é que levará o país a um porto seguro", acrescentou; o ex-governador de Minas também atrelou a presidenciável Marina Silva (PSB) ao PT e ao chamado 'mensalão' para conter o crescimento da ex-senadora nas pesquisas (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 – Em terceiro lugar nas intenções de voto, o presidenciável do PSDB, Aécio Neves (MG), afirmou o evento ao qual o tucano compareceu nesta quinta-feira (4) em Belo Horizonte marca a arrancada para a sua candidatura chegar ao segundo turno, assim como as dos seus correligionários Pimenta da Veiga, candidato ao governo de Minas, e Antonio Anastasia, que disputa o Senado.

"Estamos iniciando aqui uma grande arrancada, reunindo as principais lideranças políticas de Minas Gerais, lideranças da sociedade mineira, organizações sociais, para darmos a grande arrancada rumo à vitória de Pimenta da Veiga e Anastasia em Minas Gerais e arrancando também para estarmos no segundo turno", disse Aécio, em caminhada na Região Centro-Sul da capital.

Pesquisa Datafolha, divulgada nesta quarta-feira (3), Veiga aparece em segundo lugar nas intenções de voto para o Executivo mineiro, com 24%, atrás do ex-ministro Fernando Pimentel (PT), com 32%. Na disputa para o Senado, Anastasia lidera com, com 44% das intenções de voto, seguido por Josué Alencar (PMDB), com 12%.

De acordo com o presidenciável, "o Brasil não está preparado para novas aventuras. Nossa candidatura é que levará o país a um porto seguro". "A vitória que importa não é só a das urnas, mas o apoio permanente o abraço e o olhar de esperança e confiança e palavra de estímulos", complementou.

Ex-governador de Minas, Aécio voltou a criticar o governo da presidente Dilma Rousseff (PT), ao dizer que "a candidatura do governo vai perder as eleições, porque fracassou". "Prometeu controlar a inflação, fazer o Brasil crescer e melhorar os nossos indicadores sociais", afirmou. "O Brasil já vive um quadro de recessão pelo improviso do governo", disparou.

Ao criticar a presidenciável Marina Silva (PSB), o tucano disse que, "no campo oposicionista, existe uma candidatura que promete um conjunto de bondades sem dizer como e com quem vai viabilizar essas bondades". Boas intenções, todos temos. A nossa candidatura é a candidatura da responsabilidade. É a candidatura da travessia segura", acrescentou.

Na corrida presidencial, o levantamento do Datafolha aponta Aécio na terceira posição, com 14% dos votos, atrás da presidenciável Marina Silva (PSB), com 34%, e da presidente Dilma Rousseff (PT), com 35%. Em outra pesquisa, a do Ibope, o tucano ocupa a mesma posição, com 15%. Dilma aparece em primeiro, com 37%, e Marina, em segundo, com 33%.

Para conter o crescimento de Marina nas pesquisas, o tucano atrelou o nome da ex-senadora ao 'mensalão'. "As nossas principais adversárias não estavam desse lado, estavam contra o Plano Real, contra a Lei de Responsabilidade Fiscal e nos brindaram com um obsequioso silêncio no momento no qual as mais graves denúncias surgiram sobre malfeitos do governo federal", disse o tucano.

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