Aécio rebate Alckmin: candidatura será resolvida em Minas

Após o presidenciável do PSDB, Geraldo Alckmin (SP), afirmar que o seu correligionário e senador Aécio Neves (MG) não deveria disputar eleição neste ano, o parlamentar sugeriu que a decisão não compete a ele; "Isso será resolvido em Minas Gerais, como sempre foi, pelos mineiros, no tempo correto, levando obviamente em consideração todas as circunstâncias", disse Aécio

Após o presidenciável do PSDB, Geraldo Alckmin (SP), afirmar que o seu correligionário e senador Aécio Neves (MG) não deveria disputar eleição neste ano, o parlamentar sugeriu que a decisão não compete a ele; "Isso será resolvido em Minas Gerais, como sempre foi, pelos mineiros, no tempo correto, levando obviamente em consideração todas as circunstâncias", disse Aécio
Após o presidenciável do PSDB, Geraldo Alckmin (SP), afirmar que o seu correligionário e senador Aécio Neves (MG) não deveria disputar eleição neste ano, o parlamentar sugeriu que a decisão não compete a ele; "Isso será resolvido em Minas Gerais, como sempre foi, pelos mineiros, no tempo correto, levando obviamente em consideração todas as circunstâncias", disse Aécio (Foto: Leonardo Lucena)
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Minas 247 - Após o presidenciável do PSDB, Geraldo Alckmin (SP), afirmar à Rádio Bandeirantes que o seu correligionário e senador Aécio Neves (MG) não deveria disputar eleição neste ano, o parlamentar sugeriu que a decisão não compete a ele.

"Isso será resolvido em Minas Gerais, como sempre foi, pelos mineiros, no tempo correto, levando obviamente em consideração todas as circunstâncias", disse Aécio durante entrevista ao jornal Folha de S. Paulo.

Aécio se tornou réu, acusado de pedir propina de R$ 2 milhões à JBS e obstrução de Justiça.

O ex-governador de Minas afirmou que não decidiu se disputará a eleição e, em caso afirmativo, qual cargo. "É uma decisão coletiva que vamos tomar no momento certo em função do quadro eleitoral de Minas Gerais", disse.

A delação da JBS, que veio à tona no ano passado, deixou Aécio enfraquecido no PSDB. O tucano já havia perdido a eleição presidencial de 2014 em seu próprio reduto eleitoral (Minas) tanto no primeiro como no segundo turno.

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