Aeroporto construído em terras que eram da família de Aécio é homologado

Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) homologou o aeroporto de Cláudio, no centro-oeste mineiro, após cinco anos do início do processo; construção do aeródromo foi alvo de investigação por improbidade administrativa por ter sido realizada em terras de familiares do senador Aécio Neves (PSDB) em 2010, quando ele era governador; em 2015, porém, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) pediu o arquivamento do caso

Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) homologou o aeroporto de Cláudio, no centro-oeste mineiro, após cinco anos do início do processo; construção do aeródromo foi alvo de investigação por improbidade administrativa por ter sido realizada em terras de familiares do senador Aécio Neves (PSDB) em 2010, quando ele era governador; em 2015, porém, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) pediu o arquivamento do caso
Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) homologou o aeroporto de Cláudio, no centro-oeste mineiro, após cinco anos do início do processo; construção do aeródromo foi alvo de investigação por improbidade administrativa por ter sido realizada em terras de familiares do senador Aécio Neves (PSDB) em 2010, quando ele era governador; em 2015, porém, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) pediu o arquivamento do caso (Foto: Paulo Emílio)
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247 - A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) concedeu homologação ao aeroporto de Cláudio, localizado no centro-oeste mineiro, após cinco anos do início do processo.

O local foi alvo de polêmica e de uma investigação por ter sido construído pelo então governador de Minas Gerais (2003-2010) e hoje senador Aécio neves (PSDB) nas terras de seus familiares.

As obras de construção do aeroporto foram orçadas em R$ 14 milhões e concluídas em 2010. O terreno, ligado a parentes de Aécio, foi desapropriado em 2008.

Diante das denúncias, uma investigação foi aberta para apurar o crime de improbidade administrativa. Em 2015, porém, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) pediu o arquivamento do processo.

Os promotores alegaram não terem encontrado indícios de superfaturamento e nem de favorecimento à família de Aécio, que possui fazendas na região.

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