Afastamento de Kátia Abreu de funções partidárias é lido no Senado

Um dia depois de a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) ter sido afastada das funções partidárias por 60 dias, pela Executiva do partido, a decisão foi lida na sessão não deliberativa do Senado; segundo o presidente da legenda, senador Romero Jucá (RR), o afastamento é para aguardar a decisão do Conselho de Ética do partido em ação contra a senadora por ter criticado a legenda, além de Michel Temer, e por ter votado contra matérias defendidas pelo governo

Um dia depois de a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) ter sido afastada das funções partidárias por 60 dias, pela Executiva do partido, a decisão foi lida na sessão não deliberativa do Senado; segundo o presidente da legenda, senador Romero Jucá (RR), o afastamento é para aguardar a decisão do Conselho de Ética do partido em ação contra a senadora por ter criticado a legenda, além de Michel Temer, e por ter votado contra matérias defendidas pelo governo
Um dia depois de a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) ter sido afastada das funções partidárias por 60 dias, pela Executiva do partido, a decisão foi lida na sessão não deliberativa do Senado; segundo o presidente da legenda, senador Romero Jucá (RR), o afastamento é para aguardar a decisão do Conselho de Ética do partido em ação contra a senadora por ter criticado a legenda, além de Michel Temer, e por ter votado contra matérias defendidas pelo governo (Foto: Paulo Emílio)

Karine Melo, repórter da Agência Brasil - Um dia depois de a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) ter sido afastada das funções partidárias por 60 dias, pela Executiva do partido, a decisão foi lida hoje (15) na sessão não deliberativa do Senado pela senadora Vanessa Grazziotin (PcdoB- AM) que presidia a sessão.

Segundo o presidente da legenda, senador Romero Jucá (RR), o afastamento é para aguardar a decisão do Conselho de Ética do partido, que analisa o processo contra a senadora por ter ferido a ética e a disciplina partidária com críticas à legenda, ao presidente Michel Temer e por ter votado contra matérias defendidas pelo governo.

"Neste exato momento, a preocupação do PMDB deveria provar que não é uma organização criminosa, um quadrilhão. Eu estou longe de ser um problema para o PMDB. Sigo minha vida", disse Kátia Abreu, por meio de sua assessoria.

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