AL fecha mais de 10 mil postos de trabalho

Nos últimos 12 meses Alagoas apresentou uma redução de 3,09% do número de empregos com carteira assinada, o que representa um saldo negativo de 10.869 mil postos de trabalho, segundo dados do governo federal; números mostram ainda que, em maio, foram eliminados 813 empregos celetistas, o que representou uma retração de 0,24% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada de abril, fruto da queda na construção civil, comércio e Indústria de Transformação

Nos últimos 12 meses Alagoas apresentou uma redução de 3,09% do número de empregos com carteira assinada, o que representa um saldo negativo de 10.869 mil postos de trabalho, segundo dados do governo federal; números mostram ainda que, em maio, foram eliminados 813 empregos celetistas, o que representou uma retração de 0,24% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada de abril, fruto da queda na construção civil, comércio e Indústria de Transformação
Nos últimos 12 meses Alagoas apresentou uma redução de 3,09% do número de empregos com carteira assinada, o que representa um saldo negativo de 10.869 mil postos de trabalho, segundo dados do governo federal; números mostram ainda que, em maio, foram eliminados 813 empregos celetistas, o que representou uma retração de 0,24% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada de abril, fruto da queda na construção civil, comércio e Indústria de Transformação (Foto: Voney Malta)

Alagoas 247 - Dados do governo federal divulgados nesta quarta-feira (27) apontam que, nos últimos 12 meses, houve uma redução de 3,09% do número de empregos com carteira assinada em Alagoas, um saldo negativo de 10.869 mil postos de trabalho. Os números mostram ainda que, em maio, foram eliminados 813 empregos celetistas, o que representou uma retração de 0,24% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada de abril.

O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) ressalta que o resultado no mês de maio é fruto da queda principalmente nos setor da construção civil, onde foram demitidas 646 pessoas, seguido pelo comércio, com redução de 487 postos. No setor da Indústria de Transformação, no entanto, foram 583 contratações. 

Ainda de acordo com o Caged, na série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo, nos cinco primeiros meses do corrente ano, houve queda de 31.657 mil postos de trabalho celetistas, o que representa uma redução de 8,5%, decorrente, em grande parte, das atividades ligadas ao período de entressafra. 

Os números divulgados também traçam uma comparação com relação à evolução do emprego formal em municípios com mais de 30 mil habitantes em Alagoas. No mês de maio, Maceió apresentou um quadro negativo em relação a demissões, visto que 4.484 pessoas foram admitidas e 5.241 desligadas. A segunda maior cidade do estado de Alagoas, Arapiraca, também demitiu mais que contratou. Conforme o relatório, 1.039 trabalhadores foram desligados e 756 admitidos. 

No país

As demissões superaram as contratações em 531.765 vagas formais no primeiro semestre deste ano no Brasil. Foi o pior resultado para um primeiro semestre desde o início da série histórica do Ministério do Trabalho, que, neste caso, começa em 2002. O desemprego avança no país em meio à maior recessão da economia brasileira dos últimos 25 anos. Em 2015, o Produto Interno Bruto (PIB) "encolheu" 3,8% e, para este ano, a previsão do mercado financeiro é de nova queda da atividade econômica.

Com gazetaweb.com

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