AL investe pouco em atenção básica na saúde

Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que o estado de Alagoas é um dos que menos investe para a atenção básica na saúde. O levantamento investigou as 27 Unidades da Federação no primeiro semestre do ano de 2013 e coletou informações sobre recursos humanos das administrações estaduais, saúde, meio ambiente, política de gênero, assistência social, segurança alimentar e nutricional, além de inclusão produtiva

Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que o estado de Alagoas é um dos que menos investe para a atenção básica na saúde. O levantamento investigou as 27 Unidades da Federação no primeiro semestre do ano de 2013 e coletou informações sobre recursos humanos das administrações estaduais, saúde, meio ambiente, política de gênero, assistência social, segurança alimentar e nutricional, além de inclusão produtiva
Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que o estado de Alagoas é um dos que menos investe para a atenção básica na saúde. O levantamento investigou as 27 Unidades da Federação no primeiro semestre do ano de 2013 e coletou informações sobre recursos humanos das administrações estaduais, saúde, meio ambiente, política de gênero, assistência social, segurança alimentar e nutricional, além de inclusão produtiva (Foto: Voney Malta)
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Alagoas247 - A pesquisa Perfil dos Estados Brasileiros Estadic 2013, divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que Alagoas é um dos Estados que menos investiu recursos do seu orçamento para a atenção básica na saúde e para seus órgãos ambientais. O Estado também foi um dos poucos que não tomaram nenhuma iniciativa sobre consumo sustentável e não faz a gestão dos seus aquíferos, mesmo sendo uma das unidades da federação que mais sofre com as secas.

O levantamento investigou as 27 Unidades da Federação no primeiro semestre do ano de 2013 e coletou informações sobre recursos humanos das administrações estaduais, saúde, meio ambiente, política de gênero, assistência social, segurança alimentar e nutricional, além de inclusão produtiva.

Em relação à Saúde, Alagoas seguiu a tendência da maioria dos Estados nordestinos ao não priorizar a atenção básica. Apesar de ter previsto entre 13% e 16% para essa área, a pesquisa mostra que o governo destinou cerca de 2% dos recursos do orçamento total da pasta para ações nesse setor. Os Estados que fizeram a maior previsão orçamentária foram Minas Gerais e Rio Grande do Sul, com 11,8% e 12,9% do valor total do orçamento respectivamente.

Ainda na Saúde, Alagoas também está na lanterna no número de reuniões realizadas pelos Conselhos Estaduais. Em 2013, foi um dos Estados que menos promoveu esses encontros – foram apenas 12 durante todo o ano. No Rio Grande do Sul, foram 25. Vale ressaltar que o órgão colegiado – composto por representantes do governo, prestadores de serviços, profissionais de saúde e usuários – existe para atuar na formação de estratégias e no controle da execução da política de saúde.

Com gazetaweb.com

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