Alagoas é o 2º estado mais perigoso para juízes

Estudo divulgado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostra que Alagoas tem hoje 13 magistrados, juízes ou desembargadores, que vivem sob permanente proteção policial; estado é o segundo mais perigoso para juízes e só perde para o Rio de Janeiro, que tem 23 magistrados em situação de risco; no Brasil, são 131, em 36 tribunais; esses profissionais não circulam sem escolta e todos os passos que dão são controlados por serviço de inteligência que, ao primeiro sinal de perigo

Estudo divulgado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostra que Alagoas tem hoje 13 magistrados, juízes ou desembargadores, que vivem sob permanente proteção policial; estado é o segundo mais perigoso para juízes e só perde para o Rio de Janeiro, que tem 23 magistrados em situação de risco; no Brasil, são 131, em 36 tribunais; esses profissionais não circulam sem escolta e todos os passos que dão são controlados por serviço de inteligência que, ao primeiro sinal de perigo
Estudo divulgado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostra que Alagoas tem hoje 13 magistrados, juízes ou desembargadores, que vivem sob permanente proteção policial; estado é o segundo mais perigoso para juízes e só perde para o Rio de Janeiro, que tem 23 magistrados em situação de risco; no Brasil, são 131, em 36 tribunais; esses profissionais não circulam sem escolta e todos os passos que dão são controlados por serviço de inteligência que, ao primeiro sinal de perigo (Foto: José Barbacena)

Alagoas 247 - Estudo divulgado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostra que Alagoas tem hoje 13 magistrados, juízes ou desembargadores, que vivem sob permanente proteção policial. Estado é o segundo mais perigoso para juízes e só perde para o Rio de Janeiro, que tem 23 magistrados em situação de risco. No Brasil, são 131, em 36 tribunais.

Esses profissionais não circulam sem escolta e todos os passos que dão são controlados por serviço de inteligência que, ao primeiro sinal de perigo, emite o alerta para evitar que o pior aconteça não apenas aos magistrados, mas aos seus familiares. O drama da categoria, a quem cabe decidir sobre condições inerentes à vida, entre elas a liberdade, se agravou nos últimos anos, quando o crime se organizou e enfrenta sem medo aqueles que já estiveram no topo das categorias mais respeitadas e temidas pela força do poder a eles outorgado. Não é mais assim. A criminalidade ameaça os defensores da lei, também.

De posse do diagnóstico e diante da gravidade do problema que expõe a falta de segurança nos estados, o Judiciário em Alagoas encaminhou à Assembleia Legislativa Estadual (ALE) um anteprojeto de lei que cria o Fundo Estadual de Segurança dos Magistrados (Funseg) e dispõe sobre as receitas e a aplicação de seus recursos.

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