Alckmin comprou 6 mil metralhadoras estragadas

O governo de São Paulo, comandado pelo tucano Geraldo Alckmin, gastou cerca de R$ 30 milhões para comprar quase 6.000 submetralhadoras Taurus que, depois de cinco anos, ainda permanecem dentro de caixas, sem uso; o armamento, que deveria reforças o combate ao crime em SP, foi vetado por ter problemas considerados graves e incorrigíveis, "como fissuras e rompimento de canos"; esse tipo de falha pode, segundo especialistas, levar à explosão da arma e provocar ferimentos no atirador

O governo de São Paulo, comandado pelo tucano Geraldo Alckmin, gastou cerca de R$ 30 milhões para comprar quase 6.000 submetralhadoras Taurus que, depois de cinco anos, ainda permanecem dentro de caixas, sem uso; o armamento, que deveria reforças o combate ao crime em SP, foi vetado por ter problemas considerados graves e incorrigíveis, "como fissuras e rompimento de canos"; esse tipo de falha pode, segundo especialistas, levar à explosão da arma e provocar ferimentos no atirador
O governo de São Paulo, comandado pelo tucano Geraldo Alckmin, gastou cerca de R$ 30 milhões para comprar quase 6.000 submetralhadoras Taurus que, depois de cinco anos, ainda permanecem dentro de caixas, sem uso; o armamento, que deveria reforças o combate ao crime em SP, foi vetado por ter problemas considerados graves e incorrigíveis, "como fissuras e rompimento de canos"; esse tipo de falha pode, segundo especialistas, levar à explosão da arma e provocar ferimentos no atirador (Foto: Giuliana Miranda)

SP 247 - Cerca de 6.000 submetralhadoras Taurus compradas pela Polícia Militar de São Paulo por cerca de R$ 30 milhões (valores corrigidos) continuam dentro das caixas, sem uso, há mais de cinco anos.

O armamento, que deveria aparelhar a tropa no combate ao crime pelo Estado, teve seu emprego vetado por apresentar problemas considerados insolúveis, "como fissuras e rompimento de canos".

As informações são de reportagem de Rogério Pagnan na Folha de S.Paulo.

Esse tipo de falha pode, segundo especialistas, levar à explosão da arma e provocar ferimentos no atirador.

"As armas estão estocadas em um galpão da PM na capital paulista para devolução ao fabricante. A Taurus, por sua vez, tenta um acordo com a gestão Geraldo Alckmin (PSDB) para não ter que ressarcir a polícia em dinheiro –mas com novas armas.

Procurada, a empresa não comentou as falhas das armas vendidas por ela. Informou, apenas, que 'valoriza a relação com a Polícia Militar do Estado de São Paulo'.

Em razão de problemas nesses contratos, firmados entre 2010 e 2011, o governo paulista decidiu impor uma sanção à Taurus, a impedindo de contratar com o Estado até outubro do ano que vem.

Esse veto levou a PM de São Paulo a conseguir autorização do Exército para abrir uma inédita licitação internacional para comprar 5.000 pistolas.40 –para emprego no policiamento do Batalhão de Choque (que inclui Rota)."

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