Alckmin confirma ex-chefe da Rota no comando da PM paulista

Governador Geraldo Alckmin (PSDB) confirmou o coronel Nivaldo Restivo como novo comandante-geral da Polícia Militar de São Paulo. Aos 51 anos de idade, sendo 35 anos deles na corporação, Restivo, assume no início de março a corporação, no lugar de Ricardo Gambaroni; com grande parte de sua carreira ligada à tropa de choque, além do comando da Rota, Nivaldo tem entre os trabalhos mais polêmicos da carreira, a participação, em 1992, da operação que resultou na morte 111 presos na Casa de Detenção, episódio conhecido como "Massacre do Carandiru"

Governador Geraldo Alckmin (PSDB) confirmou o coronel Nivaldo Restivo como novo comandante-geral da Polícia Militar de São Paulo. Aos 51 anos de idade, sendo 35 anos deles na corporação, Restivo, assume no início de março a corporação, no lugar de Ricardo Gambaroni; com grande parte de sua carreira ligada à tropa de choque, além do comando da Rota, Nivaldo tem entre os trabalhos mais polêmicos da carreira, a participação, em 1992, da operação que resultou na morte 111 presos na Casa de Detenção, episódio conhecido como "Massacre do Carandiru"
Governador Geraldo Alckmin (PSDB) confirmou o coronel Nivaldo Restivo como novo comandante-geral da Polícia Militar de São Paulo. Aos 51 anos de idade, sendo 35 anos deles na corporação, Restivo, assume no início de março a corporação, no lugar de Ricardo Gambaroni; com grande parte de sua carreira ligada à tropa de choque, além do comando da Rota, Nivaldo tem entre os trabalhos mais polêmicos da carreira, a participação, em 1992, da operação que resultou na morte 111 presos na Casa de Detenção, episódio conhecido como "Massacre do Carandiru" (Foto: Aquiles Lins)

SP 247 - O governador Geraldo Alckmin (PSDB) confirmou o coronel Nivaldo Restivo como novo comandante-geral da Polícia Militar de São Paulo. Aos 51 anos de idade, sendo 35 anos deles na corporação, Restivo, assume no início de março a corporação, no lugar de Ricardo Gambaroni. 

Com grande parte de sua carreira ligada à tropa de choque, além do comando da Rota, Nivaldo tem entre os trabalhos mais polêmicos da carreira, a participação, em 1992, da operação que resultou na morte 111 presos na Casa de Detenção, episódio conhecido como "Massacre do Carandiru".

O coronel não chegou a ser acusado pelos homicídios, mas chegou a ser denunciado pela agressão a presos no chamado "rescaldo". Segundo o governo, o processo foi extinto, e Restivo afirma não ter agredido ninguém.

É visto como um policial operacional e, ao mesmo tempo, político habilidoso por conseguir transitar bem em várias gestões de secretários. Durante evento nesta sexta (24), Alckmin classificou o coronel como "estrategista com grande experiência" e de quem ele espera "inovações para a segurança" pública do Estado.

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