Alckmin descarta novas eleições e diz que Temer deve assumir

Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse que caso o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff seja efetivado, o vice Michel Temer (PMDB) deve assumir o mandato até 2018, quando seria realizadas novas eleições presidenciais; "Não tem nenhum sentido ter nova eleição no Brasil, tem que cumprir a Constituição", disse; PSDB foi um dos principais responsáveis pela abertura do processo de impeachment e irá disputar as eleições presidenciais de 2018; antecipação das eleições seria ruim para os tucanos, cujos pré-candidatos (os senadores Aécio neves (MG) e José Serra (SP), estão em baixa nas pesquisas de intenção de voto

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alckmin (Foto: Paulo Emílio)
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247 - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse que caso o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff seja efetivado, o vice Michel Temer (PMDB) deve assumir o mandato até 2018, quando seria realizadas novas eleições presidenciais. "Não tem nenhum sentido ter nova eleição no Brasil, tem que cumprir a Constituição", disse o tucano em referência a tese que vem sendo defendida pelo PT e por setores da sociedade sobre a antecipação das eleições para outubro.

Segundo ele, a única possibilidade para que sejam convocadas novas eleições presidenciais esta no caso do Superior Tribunal Eleitoral (STE), ao analisar o processo, declarar a nulidade da chapa Dilma/Temer. Nesse caso, uma nova eleição teria que realizada em um prazo máximo de 90 dias.

Alckmin avalia que faltou experiência à presidente Dilma para conduzir a crise política e econômica. "Porque quando você não tem experiência muito grande e liderança, enquanto o céu está de brigadeiro, põe no automático; na hora que tem turbulência, precisa ter liderança. E aí não teve essa liderança", destacou em entrevista ao jornalista Roberto D'Avila.

O tucano também disse ser necessário promover mudanças no atual sistema politico brasileiro. "Se não modificarmos o sistema político, daqui a alguns anos poderemos ter de novo a frustração das lava-jatos, das crises. A repetição de tudo isso", observou.

 

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