Alckmin destoa do PSDB e apoia suspender recesso

O governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) destoou do seu partido e defendeu nesta segunda (14) que o recesso parlamentar não ocorra para que o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff seja resolvido "rapidamente"; "O correto é decidir rapidamente. Seja para um lado, seja para outro. Mas decidir. A pior coisa é arrastar esse processo com as suas consequências políticas e econômicas", ressaltou; ele voltou a dizer que há razões para o impeachment; "Existem razões para ser apresentado o pedido de impeachment? Sim, existem razões. Sejam de natureza jurídica, lei de responsabilidade fiscal", argumentou  

O governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) destoou do seu partido e defendeu nesta segunda (14) que o recesso parlamentar não ocorra para que o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff seja resolvido "rapidamente"; "O correto é decidir rapidamente. Seja para um lado, seja para outro. Mas decidir. A pior coisa é arrastar esse processo com as suas consequências políticas e econômicas", ressaltou; ele voltou a dizer que há razões para o impeachment; "Existem razões para ser apresentado o pedido de impeachment? Sim, existem razões. Sejam de natureza jurídica, lei de responsabilidade fiscal", argumentou
 
O governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) destoou do seu partido e defendeu nesta segunda (14) que o recesso parlamentar não ocorra para que o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff seja resolvido "rapidamente"; "O correto é decidir rapidamente. Seja para um lado, seja para outro. Mas decidir. A pior coisa é arrastar esse processo com as suas consequências políticas e econômicas", ressaltou; ele voltou a dizer que há razões para o impeachment; "Existem razões para ser apresentado o pedido de impeachment? Sim, existem razões. Sejam de natureza jurídica, lei de responsabilidade fiscal", argumentou   (Foto: Valter Lima)
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247 - O governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) destoou do seu partido e defendeu nesta segunda-feira (14) que o recesso parlamentar não ocorra para que o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff seja resolvido "rapidamente".

"O correto é decidir rapidamente. Seja para um lado, seja para outro. Mas decidir. A pior coisa é arrastar esse processo com as suas consequências políticas e econômicas", ressaltou. "O maior problema hoje é o desemprego. Se tiver o que se imagina no ano que vem com queda de mais 2% do PIB, teremos consequências sociais graves. Temos que trabalhar 24 horas e criar emprego. E o governo também tem que dar resposta. Não é possível ter uma politica que não tenha um incentivo à criação de emprego e ainda toca a taxa de juros no céu. É um absurdo", disse.

Ele reafirmou que há razões para o impeachment. "Tenho sempre defendido que é preciso investigar, investigar, investigar e cumprir a Constituição. No modelo parlamentarista troca-se o primeiro ministro porque se perdeu a confiança, perdeu a maioria. Não tem mandato. No modelo presidencialista tem mandato e tem impeachment, que é constitucional. Não tem nada de golpe nisso. Existem razões para ser apresentado o pedido de impeachment? Sim, existem razões. Sejam de natureza jurídica, lei de responsabilidade fiscal", disse.

 

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