Alckmin no comando do PSDB fere a lógica, diz Virgílio

Prefeito de Manaus e pré-candidato do PSDB à Presidência da República, Arthur Virgílio Neto é contra um eventual acordo de cúpula para eleger o governador Geraldo Alckmin (SP) presidente do partido, na convenção marcada para 9 de dezembro; proposta é defendida pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e está sendo costurada pelos dirigentes tucanos; para Virgílio, o acordo não tem "lógica" e reforça a imagem de partido de elite do PSDB, afastando-o ainda mais do povo

Prefeito de Manaus e pré-candidato do PSDB à Presidência da República, Arthur Virgílio Neto é contra um eventual acordo de cúpula para eleger o governador Geraldo Alckmin (SP) presidente do partido, na convenção marcada para 9 de dezembro; proposta é defendida pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e está sendo costurada pelos dirigentes tucanos; para Virgílio, o acordo não tem "lógica" e reforça a imagem de partido de elite do PSDB, afastando-o ainda mais do povo
Prefeito de Manaus e pré-candidato do PSDB à Presidência da República, Arthur Virgílio Neto é contra um eventual acordo de cúpula para eleger o governador Geraldo Alckmin (SP) presidente do partido, na convenção marcada para 9 de dezembro; proposta é defendida pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e está sendo costurada pelos dirigentes tucanos; para Virgílio, o acordo não tem "lógica" e reforça a imagem de partido de elite do PSDB, afastando-o ainda mais do povo (Foto: Giuliana Miranda)
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SP 247 -  Pré-candidato do PSDB à Presidência da República, o prefeito de Manaus (AM), Arthur Virgílio Neto, é contra um eventual acordo de cúpula para eleger o governador Geraldo Alckmin (SP) presidente do partido, na convenção marcada para 9 de dezembro. A proposta é defendida pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e está sendo costurada pelos dirigentes tucanos. Para Virgílio, o acordo não tem "lógica" e reforça a imagem de partido de elite do PSDB, afastando-o ainda mais do povo.

Explica o prefeito de Manaus: o senador Tasso Jereissati (CE) foi afastado da presidência do PSDB para que a disputa pelo cargo entre ele e o governador Marconi Perillo (GO) se desse em condições de igualdade. Isonomia foi a justificativa dada pelo senador Aécio Neves (MG) para retomar o cargo, antes de se licenciar novamente e indicar para a função o ex-governador de São Paulo Alerto Goldman. Se o acordo vingar e Alckmin for eleito para o lugar de Aécio, ele, Alckmin, presidirá no cargo a prévia que o partido planeja fazer em fevereiro para indicar seu candidato ao Palácio do Planalto em 2018.

"Se a lógica para tirar o Tasso foi que ele era candidato a presidir o PSDB, por uma questão de isonomia, então o Alckmin não pode presidir o partido e ser ao mesmo tempo candidato na prévia", Virgílio. "Eu estou [na prévia], o Doria pode estar [João, prefeito de São Paulo]. Eu não vou desistir e a disputa tem que ser em condições de igualdade". Se a cúpula der pra trás [nas prévias], Virgílio diz que vai levar a decisão para a convenção, disse.

As informações são de reportagem de Raymundo Costa no Valor.

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