Alckmin quer ser o candidato da segurança

É o que informa a coluna Radar; pré-candidato à presidência da República pelo PSDB, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, conta com uma estratégia de sua equipe para apresentar o tucano como o candidato da segurança pública; na visita que deverá fazer ao Rio em abril, por exemplo, Alckmin deverá bater na tecla que em São Paulo a taxa de homicídios gira em torno de 8 vítimas a cada 100 mil habitantes e, no estado vizinho, salta para 30 assassinatos

É o que informa a coluna Radar; pré-candidato à presidência da República pelo PSDB, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, conta com uma estratégia de sua equipe para apresentar o tucano como o candidato da segurança pública; na visita que deverá fazer ao Rio em abril, por exemplo, Alckmin deverá bater na tecla que em São Paulo a taxa de homicídios gira em torno de 8 vítimas a cada 100 mil habitantes e, no estado vizinho, salta para 30 assassinatos
É o que informa a coluna Radar; pré-candidato à presidência da República pelo PSDB, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, conta com uma estratégia de sua equipe para apresentar o tucano como o candidato da segurança pública; na visita que deverá fazer ao Rio em abril, por exemplo, Alckmin deverá bater na tecla que em São Paulo a taxa de homicídios gira em torno de 8 vítimas a cada 100 mil habitantes e, no estado vizinho, salta para 30 assassinatos (Foto: Leonardo Lucena)

SP 247 - Pré-candidato à presidência da República pelo PSDB, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, conta com uma estratégia de sua equipe para apresentar o tucano como o candidato da segurança pública. A informação foi publicada pela coluna Radar, nesta quarta-feira (28).

De acordo com o texto, na visita que deverá fazer ao Rio em abril, por exemplo, Alckmin deverá bater na tecla que em São Paulo a taxa de homicídios gira em torno de 8 vítimas a cada 100 mil habitantes e, no território fluminense, salta para 30 assassinatos.

A segurança pública voltou a ser um tema recorrente no discurso dos políticos, sejam presidenciáveis ou não, nos últimos dias, após o governo Michel Temer anunciar a intervenção militar federal no Rio de Janeiro. 

Dentro do discurso acerca da segurança, Alckmin terá um "concorrente", o deputado federal e presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro RJ), ex-capitão do Exército e considerado o porta-voz dos militares na política. Recentemente, o parlamentar acusou Temer de roubar o seu discurso da segurança pública. “Temer já roubou muita coisa, mas meu discurso ele não vai roubar, não”, disse ele em  ao jornalista Tales Faria, do Poder 360. 

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