Alckmin tem vazio em palanque com postulações de centro

Aliados do presidenciável pelo PSDB e governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, estão preocupados com a pré-candidatura do empresário Flávio Rocha (PRB) ao Palácio do Planalto, porque é mais um nome na disputa pelos eleitores do centro, somando-se ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), e Michel Temer ou Henrique Meirelles, do MDB; tucanos admitem em conversas reservadas que Alckmin está ficando emparedado e poderá ter dificuldades em formar alianças; até agora, o chefe do executivo paulistas garantiu apenas apoio do PTB e do PPS

Aliados do presidenciável pelo PSDB e governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, estão preocupados com a pré-candidatura do empresário Flávio Rocha (PRB) ao Palácio do Planalto, porque é mais um nome na disputa pelos eleitores do centro, somando-se ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), e Michel Temer ou Henrique Meirelles, do MDB; tucanos admitem em conversas reservadas que Alckmin está ficando emparedado e poderá ter dificuldades em formar alianças; até agora, o chefe do executivo paulistas garantiu apenas apoio do PTB e do PPS
Aliados do presidenciável pelo PSDB e governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, estão preocupados com a pré-candidatura do empresário Flávio Rocha (PRB) ao Palácio do Planalto, porque é mais um nome na disputa pelos eleitores do centro, somando-se ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), e Michel Temer ou Henrique Meirelles, do MDB; tucanos admitem em conversas reservadas que Alckmin está ficando emparedado e poderá ter dificuldades em formar alianças; até agora, o chefe do executivo paulistas garantiu apenas apoio do PTB e do PPS (Foto: Leonardo Lucena)

SP 247 - Aliados do presidenciável pelo PSDB e governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, estão preocupados com a pré-candidatura do empresário Flávio Rocha (PRB) ao Palácio do Planalto, porque é mais um nome na disputa pelos eleitores do centro, somando-se ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), e Michel Temer ou Henrique Meirelles, do MDB.

Segundo a Coluna do Estadão, tucanos admitem em conversas reservadas que Alckmin está ficando emparedado e poderá ter dificuldades em formar alianças. Até agora, o chefe do executivo paulistas garantiu apenas apoio do PTB e do PPS, que o tinha como plano B. O PPS queria mesmo lançar o apresentador Luciano Huck.

Tucanos avaliam que, para espantar a desconfiança do partido sobre sua capacidade eleitoral, Alckmin terá de chegar a 15% nas pesquisas de intenção de voto até agosto, período que antecede o registro da candidatura.

 

 

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