ALE aprova reajuste para servidores do Estado

Os deputados estaduais alagoanos aprovaram o Projeto de Lei, de autoria do Poder Executivo, que dispõe sobre o reajuste de 6,29% para os servidores públicos estaduais ativos, inativos e comissionados

Os deputados estaduais alagoanos aprovaram o Projeto de Lei, de autoria do Poder Executivo, que dispõe sobre o reajuste de 6,29% para os servidores públicos estaduais ativos, inativos e comissionados
Os deputados estaduais alagoanos aprovaram o Projeto de Lei, de autoria do Poder Executivo, que dispõe sobre o reajuste de 6,29% para os servidores públicos estaduais ativos, inativos e comissionados (Foto: Voney Malta)

Por Vanessa Alencar/cadaminuto.com.br - Os deputados aprovaram, em sessões ordinária e extraordinária nesta quinta-feira, 22, o Projeto de Lei, de autoria do Poder Executivo, que dispõe sobre o reajuste de 6,29% para os servidores públicos estaduais ativos, inativos e comissionados. As votações desse e de outros projetos ocorreram em primeira e segunda discussões.

Ontem, o governador Renan Filho (PMDB) disse ao CadaMinuto que fará o máximo esforço para implantar ainda este mês a primeira parcela do reajsute, dividido em duas partes, mesmo que tenha que ser pago em folha suplementar.

Antes da votação da matéria, o deputado Francisco Tenório solicitou que a Mesa Diretora apresente um Projeto de Lei para reajustar também o salário do governador, no mesmo percentual concedido aos servidores. Ele alegou que, em três anos, Renan Filho não aumentou os próprios vencimentos para evitar o efeito cascata nos salários de delegados e fiscais de renda.

“O governador tem direito a receber R$ 33.700, que é o teto do STF e hoje ganha cerca de R$ 20 mil, mas ele segura o salário pequeno para achatar o salário dos delegados e fiscais de renda”, criticou Tenório para, em seguida, elogiar Renan Filho.

“Poucos governadores no País merecem aumento e entre eles está Renan Filho. Alagoas passa por um bom momento da economia e tem condições sim de ter esse aumento para o governador”, justificou o parlamentar, cobrando que a matéria seja apreciada na Casa já na próxima sessão ordinária, no dia 27.

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