Aleluia: 'O sistema financeiro do Brasil está doente'

O sistema financeiro está doente", avalia o presidente do DEM na Bahia, deputado José Carlos Aleluia, sobre "a discrepância entre a taxa básica em queda praticada pelo Banco Central e os escorchantes juros cobrados pelos bancos a pessoas físicas e jurídicas", que chegam a ultrapassar os três dígitos no ano; "Essa agiotagem é um crime que inviabiliza a abertura e a sobrevivência dos negócios no País. É preciso rever o sistema financeiro brasileiro", afirma o parlamentar, que pretende levantar a questão no Congresso Nacional 'em busca de uma solução para o problema'

O sistema financeiro está doente", avalia o presidente do DEM na Bahia, deputado José Carlos Aleluia, sobre "a discrepância entre a taxa básica em queda praticada pelo Banco Central e os escorchantes juros cobrados pelos bancos a pessoas físicas e jurídicas", que chegam a ultrapassar os três dígitos no ano; "Essa agiotagem é um crime que inviabiliza a abertura e a sobrevivência dos negócios no País. É preciso rever o sistema financeiro brasileiro", afirma o parlamentar, que pretende levantar a questão no Congresso Nacional 'em busca de uma solução para o problema'
O sistema financeiro está doente", avalia o presidente do DEM na Bahia, deputado José Carlos Aleluia, sobre "a discrepância entre a taxa básica em queda praticada pelo Banco Central e os escorchantes juros cobrados pelos bancos a pessoas físicas e jurídicas", que chegam a ultrapassar os três dígitos no ano; "Essa agiotagem é um crime que inviabiliza a abertura e a sobrevivência dos negócios no País. É preciso rever o sistema financeiro brasileiro", afirma o parlamentar, que pretende levantar a questão no Congresso Nacional 'em busca de uma solução para o problema' (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - "O sistema financeiro está doente", avalia o presidente do Democratas (DEM) na Bahia, deputado federal José Carlos Aleluia, sobre "a discrepância entre a taxa básica em queda praticada pelo Banco Central e os escorchantes juros cobrados pelos bancos a pessoas físicas e jurídicas", que chegam a ultrapassar os três dígitos no ano.

"Essa agiotagem é um crime que inviabiliza a abertura e a sobrevivência dos negócios no País. É preciso rever o sistema financeiro brasileiro", afirma o parlamentar, que pretende levantar a questão no Congresso Nacional em busca de uma solução para o problema.

Aleluia assinala que o custo alto do crédito impacta principalmente a população de baixa renda. "De acordo com o Banco Central, 61% dos tomadores de empréstimos ganham até três salários mínimos. Já passou da hora de se adotar medidas eficazes para reduzir o spread bancário".

"Além de estimular a concorrência bancária, é preciso instituir de verdade o cadastro positivo para que os bons pagadores não sejam prejudicados pelos maus", diz Aleluia.

Spread bancário é a diferença entre o que os bancos pagam na captação de recursos e o que eles cobram ao conceder um empréstimo para uma pessoa física ou jurídica.

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