Aliado de Cunha, Coimbra integra rebelados do PMDB

Para impor a derrota ao governo, o líder dos rebeldes na Câmara, Eduardo Cunha conta com pelo menos um aliado no Tocantins, o deputado federal Júnior Coimbra; a tendência é que Coimbra acompanhe a indicação do seu líder e vote contra os interesses do governo federa na sessão desta terça-feira, caso os aliados do governo não obstruam a votação; Júnior Coimbra foi o coordenador da campanha pela eleição de Eduardo Cunha como líder da bancada do PMDB na Câmara

Para impor a derrota ao governo, o líder dos rebeldes na Câmara, Eduardo Cunha conta com pelo menos um aliado no Tocantins, o deputado federal Júnior Coimbra; a tendência é que Coimbra acompanhe a indicação do seu líder e vote contra os interesses do governo federa na sessão desta terça-feira, caso os aliados do governo não obstruam a votação; Júnior Coimbra foi o coordenador da campanha pela eleição de Eduardo Cunha como líder da bancada do PMDB na Câmara
Para impor a derrota ao governo, o líder dos rebeldes na Câmara, Eduardo Cunha conta com pelo menos um aliado no Tocantins, o deputado federal Júnior Coimbra; a tendência é que Coimbra acompanhe a indicação do seu líder e vote contra os interesses do governo federa na sessão desta terça-feira, caso os aliados do governo não obstruam a votação; Júnior Coimbra foi o coordenador da campanha pela eleição de Eduardo Cunha como líder da bancada do PMDB na Câmara (Foto: Aquiles Lins)
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Tocantins 247 – Por conta da rebelião do PMDB, comandada pelo líder do partido na Câmara, deputado Eduardo Cunha (RJ), o governo federal corre o risco de sofrer uma derrota e ver aprovado o projeto que cria uma comissão de deputados para investigar denúncia de pagamento de propina a funcionários da Petrobras por uma empresa holandesa.

Para impor a derrota ao governo, o líder dos rebeldes Eduardo Cunha conta com pelo menos um aliado no Tocantins, o deputado federal Júnior Coimbra. Conforme apurado pelo Tocantins 247, a tendência é que Coimbra acompanhe a indicação do seu líder e vote contra os interesses do governo federa na sessão desta terça-feira, caso os aliados do governo não obstruam a votação.

Júnior Coimbra foi o coordenador da campanha pela eleição de Eduardo Cunha como líder da bancada do PMDB na Câmara, que aconteceu no dia 3 de fevereiro de 2013. Na ocasião, Coimbra articulou a licença do deputado federal Lázaro Botelho (PP) para que o segundo suplente, Leomar Quintanilha (PMDB), pudesse assumir e votar em Eduardo Cunha. O primeiro suplente, Donizeti Nogueira (PT) se disse impedido de assumir o cargo na ocasião.

Em troca, Eduardo Cunha defendeu a pré-candidatura de Júnior Coimbra a governador do Tocantins, afirmando que não há certeza da elegibilidade do ex-governador Marcelo Miranda (leia aqui).

O Tocantins 247 tentou durante toda esta terça-feira falar com o deputado Júnior Coimbra, para ouvir sua posição oficial a respeito da rebelião no PMDB, mas as ligações não foram atendidas. (Atualizada às 20h51)

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