Aliado já fala em fim do governo Temer

O relator da PEC que estabelece um teto para gastos públicos durante 20 anos, o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), afirmou que, se o texto não for aprovado pelo Congresso, "acaba o governo Temer e acaba a esperança"; "Fim. Colapso fiscal talvez em menos de quatro anos", disse Perondi a jornalistas em workshop sobre a PEC; de acordo com a proposta, despesas primárias, inclusive com saúde e educação, ficam limitadas ao que foi gasto no ano anterior corrigido pela inflação

O relator da PEC que estabelece um teto para gastos públicos durante 20 anos, o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), afirmou que, se o texto não for aprovado pelo Congresso, "acaba o governo Temer e acaba a esperança"; "Fim. Colapso fiscal talvez em menos de quatro anos", disse Perondi a jornalistas em workshop sobre a PEC; de acordo com a proposta, despesas primárias, inclusive com saúde e educação, ficam limitadas ao que foi gasto no ano anterior corrigido pela inflação
O relator da PEC que estabelece um teto para gastos públicos durante 20 anos, o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), afirmou que, se o texto não for aprovado pelo Congresso, "acaba o governo Temer e acaba a esperança"; "Fim. Colapso fiscal talvez em menos de quatro anos", disse Perondi a jornalistas em workshop sobre a PEC; de acordo com a proposta, despesas primárias, inclusive com saúde e educação, ficam limitadas ao que foi gasto no ano anterior corrigido pela inflação (Foto: Leonardo Lucena)

Rio Grande do Sul 247 - O relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece um teto para gastos públicos durante 20 anos, o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), afirmou que, se o texto não for aprovado pelo Congresso Nacional, "acaba o governo Temer e acaba a esperança". "Fim. Colapso fiscal talvez em menos de quatro anos", disse Perondi a jornalistas em workshop sobre a PEC. Segundo técnicos que assessoram o parlamentar, caso a proposta não seja aprovada, a saída será recorrer ao aumento de impostos.

De acordo com a proposta, despesas primárias, inclusive com saúde e educação, ficam limitadas ao que foi gasto no ano anterior corrigido pela inflação. O peemedebista rebateu críticas que a oposição ao governo tem feito à PEC. "Não haverá corte, não haverá congelamento", disse.

O parlamentar pretende concluir seu relatório na próxima semana, mas, por causa das eleições municipais, o texto deve ser votado no dia 7 de outubro, na comissão especial que analisa a matéria. Em seguida, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), levaria a proposta a plenário. Perondi afirmou que a expectativa é de que os senadores votem o texto na primeira semana de novembro.

 

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