Alvo da operação Acrônimo, governador de Minas envia defesa ao Legislativo

O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), investigado por corrupção e lavagem de dinheiro na operação Acrônimo, enviou ontem sua defesa aos deputados estaduais; cabe a Assembleia Legislativa d Estado decidir, em um prazo de duas semanas, se autoriza ou não a instauração de processo contra o governador no STJ (Superior Tribunal de Justiça); Pimentel tem uma situação confortável, com uma base de 55 deputados de um total de 77; para abrir a investigação, a oposição precisa de 52 votos

O governador de Minas Fernando Pimentel
O governador de Minas Fernando Pimentel (Foto: Giuliana Miranda)

Minas 247 - O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), investigado por corrupção e lavagem de dinheiro na operação Acrônimo, enviou ontem sua defesa aos deputados estaduais. Cabe a Assembleia Legislativa d Estado decidir, em um prazo de duas semanas, se autoriza ou não a instauração de processo contra o governador no STJ (Superior Tribunal de Justiça), diz reportagem do Valor. 

"Pimentel conta hoje com uma base de 55 deputados, de um total de 77. Para aprovar a abertura do processo, a oposição precisa de 52 votos. O responsável pelo parecer que será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça é o deputado Rogério Correia (PT). A expectativa é que a CCJ vote o parecer amanhã. O prazo dado pelo STJ é 23 de novembro.

À CCJ, o advogado de Pimentel, Eugênio Pacelli, disse que a Operação Acrônimo foi marcada por diversas irregularidades que, a seu ver, são suficientes para anular o caso. Entre elas, estaria o fato de que mesmo depois de ele ter tomado posse, em janeiro de 2015 - passando a ter foro privilegiado -, as investigações prosseguiram por seis meses na primeira instância, em vez de irem para o STJ."

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