Alvos do Gecoc, ex-prefeitos continuam foragidos

Suspeitos de desvios de recursos das Prefeituras de Mata Grande e de Passo de Camaragibe, os ex-gestores Jacob Brandão e Márcia Coutinho Nogueira continuam foragidos da justiça; os dois foram alvos de uma operação realizada pelo Ministério Público de Alagoas; de acordo com as investigações, eles teriam participado de um esquema criminoso envolvendo suposta compra de medicamentos por meio de notas fiscais fraudulentas

Suspeitos de desvios de recursos das Prefeituras de Mata Grande e de Passo de Camaragibe, os ex-gestores Jacob Brandão e Márcia Coutinho Nogueira continuam foragidos da justiça; os dois foram alvos de uma operação realizada pelo Ministério Público de Alagoas; de acordo com as investigações, eles teriam participado de um esquema criminoso envolvendo suposta compra de medicamentos por meio de notas fiscais fraudulentas
Suspeitos de desvios de recursos das Prefeituras de Mata Grande e de Passo de Camaragibe, os ex-gestores Jacob Brandão e Márcia Coutinho Nogueira continuam foragidos da justiça; os dois foram alvos de uma operação realizada pelo Ministério Público de Alagoas; de acordo com as investigações, eles teriam participado de um esquema criminoso envolvendo suposta compra de medicamentos por meio de notas fiscais fraudulentas (Foto: Voney Malta)

Alagoas 247 - O ex-prefeito José Jacob Gomes Brandão, de Mata Grande, ingressou com um habeas corpus no Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL) para evitar a prisão. Ele é um dos alvos da operação realizada na quarta (19) pelo Ministério Público. Ele, assim como Márcia Coutinho Nogueira, de Passo do Camaragibe, continuam foragidos da justiça. 

Segundo o MPE, nem advogados dos ex-gestores do interior alagoano fizeram contato com o órgão ainda. Além deles, a ação foi focada ainda no ex-prefeito de Girau do Ponciano, Fábio Rangel Nunes de Oliveira, que foi preso em Arapiraca em cumprimento a um mandado de prisão.

Eles são suspeitos de desviar cerca de R$ 3 milhões dos cofres públicos. Na representação encaminhada à 17ª Vara Criminal da Capital, o procurador-geral de Justiça, Alfredo Gaspar de Mendonça Neto, e o Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc) solicitaram a indisponibilidade dos bens de todos os envolvidos.

De acordo com as investigações, iniciadas em março, eles teriam participado de um esquema criminoso envolvendo suposta compra de medicamentos por meio de notas fiscais fraudulentas. Nas irregularidades apuradas, ficou comprovado que os três assinaram procedimentos licitatórios que beneficiaram a RR Distribuidora, autorizando pagamentos sem que qualquer mercadoria tivesse sido fornecida ou serviço prestado.

O esquema foi denunciado por uma pessoa que aceitou o benefício da colaboração premiada. Em depoimento ao MPE, o homem contou que foi convencido por um empresário a montar uma empresa de fachada com o objetivo apenas de vender notas fiscais frias em troca de uma determinada quantia em dinheiro.

A operação prendeu ainda uma ex-secretária de Saúde e um representante da RR Distribuidora, empresa que pertence ao empresário que aceitou colaborar com as investigações.

Com gazetaweb.com

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