Amastha: ‘tenho respeito pela coisa pública’

O prefeito de Palmas, Carlos Amashta (PSB) confessou ter abrigado o PSDB para a sua chapa, mas não garantiu uma possível vaga de vice-prefeito à legenda tucana. Após criticar a pré-campanha ao Paço da vice-governadora Cláudia Lélis (PV), quem acusa de estar usando a máquina pública, o chefe do executivo prevê que, na corrida eleitoral, será ele contra “todos querendo derrotá-lo”; "Por um simples motivo, eu tenho representado o fim de uma era. As atitudes, o respeito a coisa pública, a maneira como a gente está gerindo a prefeitura é um incômodo para a maioria dos políticos"

O prefeito de Palmas, Carlos Amashta (PSB) confessou ter abrigado o PSDB para a sua chapa, mas não garantiu uma possível vaga de vice-prefeito à legenda tucana. Após criticar a pré-campanha ao Paço da vice-governadora Cláudia Lélis (PV), quem acusa de estar usando a máquina pública, o chefe do executivo prevê que, na corrida eleitoral, será ele contra “todos querendo derrotá-lo”; "Por um simples motivo, eu tenho representado o fim de uma era. As atitudes, o respeito a coisa pública, a maneira como a gente está gerindo a prefeitura é um incômodo para a maioria dos políticos"
O prefeito de Palmas, Carlos Amashta (PSB) confessou ter abrigado o PSDB para a sua chapa, mas não garantiu uma possível vaga de vice-prefeito à legenda tucana. Após criticar a pré-campanha ao Paço da vice-governadora Cláudia Lélis (PV), quem acusa de estar usando a máquina pública, o chefe do executivo prevê que, na corrida eleitoral, será ele contra “todos querendo derrotá-lo”; "Por um simples motivo, eu tenho representado o fim de uma era. As atitudes, o respeito a coisa pública, a maneira como a gente está gerindo a prefeitura é um incômodo para a maioria dos políticos" (Foto: Leonardo Lucena)
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Tocantins 247 - O prefeito de Palmas, Carlos Amashta (PSB) confessou ter abrigado o PSDB para a sua chapa, mas não garantiu uma possível vaga de vice-prefeito à legenda tucana. Após criticar a pré-campanha ao Paço da vice-governadora Cláudia Lélis (PV), quem acusa de estar usando a máquina pública, o chefe do executivo prevê que, na corrida eleitoral, será ele contra “todos querendo derrotá-lo”.

"Por um simples motivo, eu tenho representado o fim de uma era. As atitudes, o respeito a coisa pública, a maneira como a gente está gerindo a prefeitura é um incômodo para a maioria dos políticos", avaliou, durante entrevista ao Cleber Toledo. "Então, eu digo: a classe política me abomina."

Sobre a instabilidade no relacionamento com a Câmara, Amastha afirmou que, o início deste ano, fez a separação da gestão da política. "Decidi que nossa base ficasse menor com as pessoas nas quais eu quero fazer política”, disse. "Milton Néris, Rogério Freitas, João Campos, Emerson Coimbra não se afastaram de mim, eu afastei eles. Se alguém contou o contrário é mentira", acrescentou.

Amastha avisou que, se esses parlamentares ganharem as eleições deste ano, no dia 1º de janeiro vai se sentar com esses vereadores novamente. "Porque aí tenho novamente quatro anos para administrar”.

 

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