Amorim pode perder comando do PEN em Sergipe

Depois de tomar a presidência da legenda no Estado do professor João Bosco, seu fundador, em acordo realizado com o presidente nacional, Adilson Barroso, Amorim pode ver o PEN deixar sua base, por decisão judicial; políticos que fundaram o partido em todo o país entrarão com ação contra Barroso, por "negociar a sigla com terceiros"

Em discurso na tribuna do Senado, senador Eduardo Amorim (PSC-SE)
Em discurso na tribuna do Senado, senador Eduardo Amorim (PSC-SE) (Foto: Valter Lima)
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247 – A tomada da direção estadual do Partido Ecológico Nacional (PEN) em Sergipe por parte do senador Eduardo Amorim (PSC), após se sentir incomodado com as críticas feitas a ele na propaganda partidária da nova legenda, tem apresentado novos desdobramentos. E não está garantida ao principal grupo de oposição no Estado a permanência do PEN em sua base. A questão será levada aos tribunais.

Informação publicada nesta segunda-feira (19) pelo jornalista Cláudio Nunes, em seu blog no Portal Infonet, dão conta de uma crise generalizada na Direção Nacional do PEN, em decorrência da ação do seu presidente, Adilson Barroso, que estaria negociando o partido com lideranças diversas de outras agremiações, retirando das Executivas estaduais e municipais os seus fundadores, como ocorreu em Sergipe. Segundo o professor João Bosco, presidente afastado em Sergipe, “todos os fundadores e primeiros presidentes estaduais, dos estados golpeados por Adilson Barroso, são unânimes em afirmarem que o único acordo possível é devolver o PEN nos estados aos fundadores”.

A orientação do primeiro presidente da legenda, Cesar Rozek, é entrar com ações conjuntas contra os dirigentes nacionais do PEN e contra Adilson Barroso. “Não fugimos da guerra para fundar esta sigla. Não fugiremos da guerra declarada contra nós, pelo Adilson Barroso. Negociata é só com Adilson Barroso, que vem ao nosso Estado, sem nos avisar, negociar a sigla com terceiros”, afirma Rosek. Em Sergipe, o partido é presidido pelo advogado Emanuel Cacho, neo-aliado de Eduardo Amorim.

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