Ana ressalta colaboração da União pela Copa de 2014

A senadora Ana Amélia (PP-RS) afirmou, em Plenário, que um ponto positivo da preparação do Brasil para a Copa do Mundo é colaboração que tem havido entre União, estados e municípios na fiscalização do dinheiro público aplicado nas obras do campeonato mundial; segundo a parlamentar, há muitas críticas aos gastos com essas obras, mas ficou claro que o trabalho do TCU permitiu ao país economizar milhões R$ 500 milhões nas obras da Copa

Senadora Ana Amélia (PP-RS) pede ao presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), que coloque logo em votação a Proposta de Emenda à Constituição 63/2013, que institui a parcela mensal de valorização por tem
Senadora Ana Amélia (PP-RS) pede ao presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), que coloque logo em votação a Proposta de Emenda à Constituição 63/2013, que institui a parcela mensal de valorização por tem (Foto: Leonardo Lucena)
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Agência Senado - A senadora Ana Amélia (PP-RS) afirmou nesta quarta-feira (12), em Plenário, que um ponto positivo da preparação do Brasil para a Copa do Mundo é colaboração que tem havido entre União, estados e municípios na fiscalização do dinheiro público aplicado nas obras do campeonato mundial.

Ela admitiu que há muitas críticas aos gastos com essas obras, mas contou que, em audiência na terça-feira (11) na Comissão de Cultura e Esporte, ficou claro que o trabalho do Tribunal de Contas da União permitiu ao país economizar milhões R$ 500 milhões nas obras da Copa.

Ana Amélia disse que no aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, por exemplo, a economia foi de 6,6 milhões; já em Manaus, a economia foi de mais de R$ 73 milhões. E o melhor, segundo a senadora, é que a fiscalização do TCU foi feita sem que nenhuma obra precisasse ser paralisada. Ela só lamentou que a população não saiba disso.

Ana Amélia espera que um dos legados da Copa seja o ensinamento de que o país precisa fazer o planejamento de obras importantes, porque o Brasil não tem a cultura de planejamento, execução e avaliação de todas as etapas das obras públicas.

- O país só terá grande na hora que trocar a cultura da improvisação pela cultura do planejamento. A segunda etapa, no caso da copa, será cobrar aquilo que ficou no caminho, pois obra inacabada é muito mais cara sob todos os aspectos. E se esse legado é realmente o grande patrimônio da Copa ele não pode ficar no meio do caminho. As obras todas devem ser concluídas para o benefício dos brasileiros - disse Ana Amélia.

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