André Figueiredo: “Impeachment é mais uma tentativa de golpe”

“Não existe absolutamente nada que justifique a abertura desse processo, não houve crime de responsabilidade”, disse o ministro das Comunicações, André Figueiredo, avaliando como “mais uma tentativa de golpe” o processo de impeachment da presidente Dilma. Figueiredo lembrou ainda que a história do País mostra que golpes levam a longos períodos de instabilidade. “O Brasil não aguenta mais isso”

“Não existe absolutamente nada que justifique a abertura desse processo, não houve crime de responsabilidade”, disse o ministro das Comunicações, André Figueiredo, avaliando como “mais uma tentativa de golpe” o processo de impeachment da presidente Dilma. Figueiredo lembrou ainda que a história do País mostra que golpes levam a longos períodos de instabilidade. “O Brasil não aguenta mais isso”
“Não existe absolutamente nada que justifique a abertura desse processo, não houve crime de responsabilidade”, disse o ministro das Comunicações, André Figueiredo, avaliando como “mais uma tentativa de golpe” o processo de impeachment da presidente Dilma. Figueiredo lembrou ainda que a história do País mostra que golpes levam a longos períodos de instabilidade. “O Brasil não aguenta mais isso” (Foto: Rodrigo Rocha)
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Ceará247 - O ministro das Comunicações, André Figueiredo, classificou como “mais uma tentativa de golpe” o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), aberto pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na semana passada. Em entrevista ao Blog do Eliomar nesta segunda-feira (7), Figueiredo avaliou que “não existe absolutamente nada que justifique a abertura desse processo, não houve crime de responsabilidade”. “Agora lógico, por parte daqueles que legitimamente fazem oposição, é legítimo brigar, mas não querer derrubar uma presidenta eleita pelo voto da maioria dos brasileiros e que a despeito de não estar satisfazendo a todos, é verdade, políticas econômicas têm críticas que inclusive são legítimas, mas não podemos por conta disso derrubar um presidente”, acrescentou. 

Sobre o apoio da população à saída da presidente, André acredita que as ruas “saberão se manifestar” e alertou que golpes levam a longos períodos de instabilidade. “Temos visto uma parte sem saber o que quer, os riscos que esse impeachment pode trazer para o Brasil em termos de democracia. Nós não vamos ter um novo processo eleitoral, nós vamos dar posse ao vice-presidente, do PMDB, sem críticas a ele e ao partido. É bom que a população tenha conhecimento, já vivemos um golpe em 64, uma tentativa de golpe em 61, que Brizola conseguiu garantir a posse do vice João Goulart, tivemos o suicídio de Getulio Vargas, enfim, a nossa história já mostrou que golpes como esse levam a um longo período de instabilidade e o Brasil não aguenta mais isso”.

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