ANP: Minas a terceira gasolina mais cara do País

Dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) apontaram que a Minas Gerais ocupa a terceira posição entre os estados com gasolina mais caras no País; o valor médio do litro do combustível na última semana foi de R$ 4,423; perde apenas para o Acre (R$ 4,719) e para o Rio de Janeiro (R$ 4,651)

Dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) apontaram que a Minas Gerais ocupa a terceira posição entre os estados com gasolina mais caras no País; o valor médio do litro do combustível na última semana foi de R$ 4,423; perde apenas para o Acre (R$ 4,719) e para o Rio de Janeiro (R$ 4,651)
Dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) apontaram que a Minas Gerais ocupa a terceira posição entre os estados com gasolina mais caras no País; o valor médio do litro do combustível na última semana foi de R$ 4,423; perde apenas para o Acre (R$ 4,719) e para o Rio de Janeiro (R$ 4,651) (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 - Dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) apontaram que a Minas Gerais ocupa a terceira posição entre os estados com gasolina mais caras no país. O valor médio do litro do combustível na última semana foi de R$ 4,423. Perde apenas para o Acre (R$ 4,719) e para o Rio de Janeiro (R$ 4,651).

Segundo o coordenador do curso de ciências econômicas do Ibmec-MG, Márcio Antônio Salvato, a composição do preço da gasolina é influenciada por diversos fatores, dentre eles o custo do insumo básico (refino do petróleo), impostos, frete e custos operacionais dos postos de gasolina. “O insumo básico tem preço padrão e a grande diferença se dá pelos impostos, que podem ser diferentes entre os Estados”, acrescenta. Relato do jornal O Tempo.

É o imposto estadual, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que faz com que Minas e Rio de Janeiro tenham altos preço da gasolina, na avaliação do coordenador do curso de relações internacionais e mestre em administração com ênfase em cadeia produtiva do Centro Universitário Newton Paiva, Leandro Cesar Diniz da Silva. “Aliás, o Rio de Janeiro é um grande produtor de petróleo. Logo, pela lógica, era para ser um Estado com preço baixo do combustível”, complementa.

 

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