Ápia: Justiça suspende pagamentos de obras

A Justiça Federal determinou a suspensão de pagamentos por parte do governo estado e do Banco do Brasil às empresas investigadas na Operação Ápia; a suspensão atinge a  MVL Construções, CRT Construtora, EHL, CSN, CCM, Construtora Barra Grande e a JM Terraplanagem, empresas que firmaram contratos com o executivo em 2014 para obras de pavimentação e terraplanagem de rodovias estaduais; o Judiciário também determinou prisões temporárias, conduções coercitivas e buscas e apreensões; a estimativa da PF é que o prejuízo aos cofres públicos gire em torno de 25% dos valores das obras contratadas, o que representa aproximadamente R$ 200 milhões

A Justiça Federal determinou a suspensão de pagamentos por parte do governo estado e do Banco do Brasil às empresas investigadas na Operação Ápia; a suspensão atinge a  MVL Construções, CRT Construtora, EHL, CSN, CCM, Construtora Barra Grande e a JM Terraplanagem, empresas que firmaram contratos com o executivo em 2014 para obras de pavimentação e terraplanagem de rodovias estaduais; o Judiciário também determinou prisões temporárias, conduções coercitivas e buscas e apreensões; a estimativa da PF é que o prejuízo aos cofres públicos gire em torno de 25% dos valores das obras contratadas, o que representa aproximadamente R$ 200 milhões
A Justiça Federal determinou a suspensão de pagamentos por parte do governo estado e do Banco do Brasil às empresas investigadas na Operação Ápia; a suspensão atinge a  MVL Construções, CRT Construtora, EHL, CSN, CCM, Construtora Barra Grande e a JM Terraplanagem, empresas que firmaram contratos com o executivo em 2014 para obras de pavimentação e terraplanagem de rodovias estaduais; o Judiciário também determinou prisões temporárias, conduções coercitivas e buscas e apreensões; a estimativa da PF é que o prejuízo aos cofres públicos gire em torno de 25% dos valores das obras contratadas, o que representa aproximadamente R$ 200 milhões (Foto: Leonardo Lucena)

Tocantins 247 - A Justiça Federal determinou a suspensão de pagamentos por parte do governo estado e do Banco do Brasil às empresas investigadas na Operação Ápia. A suspensão atinge a  MVL Construções, CRT Construtora, EHL, CSN, CCM, Construtora Barra Grande e a JM Terraplanagem, empresas que firmaram contratos com o executivo em 2014 para obras de pavimentação e terraplanagem de rodovias estaduais. O Judiciário também determinou prisões temporárias, conduções coercitivas e buscas e apreensões. 

A operação investiga uma organização criminosa que atuou no Tocantins supostamente fraudando licitações públicas e execução de contratos administrativos celebrados para a terraplanagem e pavimentação asfáltica em diversas rodovias estaduais. A estimativa da PF é que o prejuízo aos cofres públicos gire em torno de 25% dos valores das obras contratadas, o que representa aproximadamente R$ 200 milhões. 

Com exceção da JM Terrplanagem, da CCM, representantes das outras empreiteiras estão presos. Segundo a operação, as empreiteiras receberam este ano R$ 101,5 milhões do governo do Estado. Entre as buscas e apreensões autorizadas pela Justiça está a na Secretaria Estadual da Infraestrutura, onde a PF foi autorizada a pegar todos os documentos referentes à investigação.

O fiscal de contrato da antiga Agência de Máquinas e Transportes (Agetrans) Donizeth de Oliveira é o único que ainda está com mandado de prisão em aberto e é considerado foragido. Ele é um dos 21 investigados na Operação Ápia que tiveram prisão temporária decretada.

Até ontem, à noite, dez estavam presos, sendo que oito estavam na Casa de Prisão Provisória (CPP) de Palmas, entre eles o ex governador Sandoval Cardoso (SD).

 

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