Após boicote na ONU, Suplicy volta a pedir plebiscito sobre Temer

Em vídeo, ex-senador destaca que, "não apenas no Brasil, mas internacionalmente se questiona a validade de tudo aquilo que ocorreu" em relação ao impeachment, "ainda que [ele] tenha procurado dizer que tudo foi de maneira constitucional" em seu discurso na ONU; para Eduardo Suplicy, só um plebiscito sobre sua permanência no cargo lhe dará legitimidade para governar

Em vídeo, ex-senador destaca que, "não apenas no Brasil, mas internacionalmente se questiona a validade de tudo aquilo que ocorreu" em relação ao impeachment, "ainda que [ele] tenha procurado dizer que tudo foi de maneira constitucional" em seu discurso na ONU; para Eduardo Suplicy, só um plebiscito sobre sua permanência no cargo lhe dará legitimidade para governar
Em vídeo, ex-senador destaca que, "não apenas no Brasil, mas internacionalmente se questiona a validade de tudo aquilo que ocorreu" em relação ao impeachment, "ainda que [ele] tenha procurado dizer que tudo foi de maneira constitucional" em seu discurso na ONU; para Eduardo Suplicy, só um plebiscito sobre sua permanência no cargo lhe dará legitimidade para governar (Foto: Gisele Federicce)

247 – Depois do boicote ao discurso de Michel Temer na abertura da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, na manhã desta terça-feira 20, o ex-senador Eduardo Suplicy (PT-SP) divulgou um vídeo para reforçar sua proposta de plebiscito sobre a permanência de Temer na presidência da República.

"A cada dia Michel Temer percebe, seja aqui no Brasil, em praticamente todas as cidades, há um sentimento muito grande de protesto à forma como ele assumiu o governo", diz Suplicy.

"Não apenas no Brasil, mas internacionalmente se questiona a validade de tudo aquilo que ocorreu, ainda que tenha procurado dizer que tudo foi de maneira constitucional", acrescentou o petista, se referindo ao processo de impeachment que afastou Dilma Rousseff e ao discurso de Temer, que disse na ONU que o processo foi constitucional.

"O fato é que se o presidente quiser ter legitimidade, deve realizar uma consulta popular junto com as eleições de outubro e perguntar para o povo se quer que ele permaneça no cargo até 2018", sugere o candidato a vereador. Assista:

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