Após Delcídio, Aécio volta a sonhar com o golpe

Presidente do PSDB concedeu entrevista coletiva nesta quinta-feira 26 para dizer que o impeachment da presidente Dilma Rousseff nunca esteve adormecido; "A questão do impeachment nunca esteve adormecida. É claro que, com o episódio Eduardo Cunha, a agenda mudou e questiona-se se ele teria ou não as condições para conduzir o impeachment", afirmou, quando questionado se a prisão do senador Delcídio Amaral (PT-MS) reacendia a possibilidade do impeachment; segundo ele, a oposição acredita que "a solução efetiva para o Brasil superar esta crise era o afastamento já do presidente da Câmara para que o Congresso pudesse ter uma nova agenda, o afastamento da presidente da República"

Presidente do PSDB concedeu entrevista coletiva nesta quinta-feira 26 para dizer que o impeachment da presidente Dilma Rousseff nunca esteve adormecido; "A questão do impeachment nunca esteve adormecida. É claro que, com o episódio Eduardo Cunha, a agenda mudou e questiona-se se ele teria ou não as condições para conduzir o impeachment", afirmou, quando questionado se a prisão do senador Delcídio Amaral (PT-MS) reacendia a possibilidade do impeachment; segundo ele, a oposição acredita que "a solução efetiva para o Brasil superar esta crise era o afastamento já do presidente da Câmara para que o Congresso pudesse ter uma nova agenda, o afastamento da presidente da República"
Presidente do PSDB concedeu entrevista coletiva nesta quinta-feira 26 para dizer que o impeachment da presidente Dilma Rousseff nunca esteve adormecido; "A questão do impeachment nunca esteve adormecida. É claro que, com o episódio Eduardo Cunha, a agenda mudou e questiona-se se ele teria ou não as condições para conduzir o impeachment", afirmou, quando questionado se a prisão do senador Delcídio Amaral (PT-MS) reacendia a possibilidade do impeachment; segundo ele, a oposição acredita que "a solução efetiva para o Brasil superar esta crise era o afastamento já do presidente da Câmara para que o Congresso pudesse ter uma nova agenda, o afastamento da presidente da República" (Foto: Gisele Federicce)
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247 – Um dia depois da prisão do senador Delcídio Amaral (PT-MS) pela Polícia Federal, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) já sinalizou à imprensa nesta quinta-feira 26 que voltou a sonhar com o golpe. Em entrevista a jornalistas concedida após reunião da Executiva Nacional do partido, ele declarou que "a questão do impeachment [da presidente Dilma Rousseff] nunca esteve adormecida".

Questionado se a prisão de Delcídio reacendia a possibilidade do impeachment, Aécio respondeu: "A questão do impeachment nunca esteve adormecida. É claro que, com o episódio Eduardo Cunha, a agenda mudou e questiona-se se ele teria ou não as condições para conduzir o impeachment. Mas as razões objetivas que levaram esse tema a ser discutido, e apoiado pela grande maioria da população brasileira, essas condições objetivas não deixaram em momento algum desistir".

De acordo com ele, "para a oposição, a solução efetiva para o Brasil superar esta crise era o afastamento já do presidente da Câmara para que o Congresso pudesse ter uma nova agenda, o afastamento da presidente da República". O PSDB rompeu recentemente com Eduardo Cunha (PMDB-RJ), alvo de inquérito no STF por corrupção e dono de contas secretas na Suíça, argumentando que ele não tem mais condições de dar sequência a um processo de impeachment.

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