Após negar, secretário diz que viu mancha em Abrolhos

Secretário de Meio Ambiente da Bahia, Eugênio Spengler, afirmou nesta sexta-feira, 8, que foram identificadas manchas nas regiões de Abrolhos e Porto Seguro; ele disse, entretanto, que não é possível dizer se elas são resultado da lama da barragem da mineradora Samarco; ele chegou a fa zer um sobrevoo na região e, mais cedo, negou que a lama da Samarco tenha atingido o santuário ecológico

Secretário de Meio Ambiente da Bahia, Eugênio Spengler, afirmou nesta sexta-feira, 8, que foram identificadas manchas nas regiões de Abrolhos e Porto Seguro; ele disse, entretanto, que não é possível dizer se elas são resultado da lama da barragem da mineradora Samarco; ele chegou a fa zer um sobrevoo na região e, mais cedo, negou que a lama da Samarco tenha atingido o santuário ecológico
Secretário de Meio Ambiente da Bahia, Eugênio Spengler, afirmou nesta sexta-feira, 8, que foram identificadas manchas nas regiões de Abrolhos e Porto Seguro; ele disse, entretanto, que não é possível dizer se elas são resultado da lama da barragem da mineradora Samarco; ele chegou a fa zer um sobrevoo na região e, mais cedo, negou que a lama da Samarco tenha atingido o santuário ecológico (Foto: Aquiles Lins)
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Bahia 247 - Depois de negar que a lama dos rejeitos de minérios que vazou das barragem da Samarco, em Mariana (MG), tenha atingido o litoral sul da Bahia, em especial o Parque de Abrolhos (leia aqui), o secretário de Meio Ambiente da Bahia, Eugênio Spengler, recuou e afirmou nesta sexta-feira, 8, que foram identificadas manchas nas regiões de Abrolhos e Porto Seguro.

Ele não sabe dizer, contudo, se as manchas são resultado da lama da barragem da mineradora Samarco. Segundo ele, o mais provável é que sejam sedimentos resultantes das fortes chuvas que atingiram o litoral baiano desde o início desta semana. "Pelo que ouvimos de pessoas da região, essas manchas são comuns em época de chuvas. Mas não podemos descartar nenhuma possibilidade", disse Spengler.

O sobrevoo foi realizado um dia depois de o Ibama e o ICMBio, órgãos ambientais do governo federal, terem informado que identificaram manchas que poderiam ser resultado do rompimento da barragem de Mariana, em Minas Gerais (leia mais).

 

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