Após soltura de Bruno, defesa de Macarrão pede liberdade do cliente

Após o ex-goleiro Bruno conseguir liberdade até que todos os recurso sejam julgados, o advogado de Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, também pediu liberdade para seu cliente. Segundo Wasley César de Vasconcelos, o pedido deve ser apreciado dentro de dez dias no STF; "Entendemos que o benefício concedido ao Bruno tem que ser extendido ao Luiz, em conformidade com o artigo 580 do Código de Processo Penal, onde fala que os recursos concedidos a um réu do mesmo processo deve se estender aos demais que estejam na mesma situação processual e, portanto, ele poderá ter liberdade concedida"

Após o ex-goleiro Bruno conseguir liberdade até que todos os recurso sejam julgados, o advogado de Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, também pediu liberdade para seu cliente. Segundo Wasley César de Vasconcelos, o pedido deve ser apreciado dentro de dez dias no STF; "Entendemos que o benefício concedido ao Bruno tem que ser extendido ao Luiz, em conformidade com o artigo 580 do Código de Processo Penal, onde fala que os recursos concedidos a um réu do mesmo processo deve se estender aos demais que estejam na mesma situação processual e, portanto, ele poderá ter liberdade concedida"
Após o ex-goleiro Bruno conseguir liberdade até que todos os recurso sejam julgados, o advogado de Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, também pediu liberdade para seu cliente. Segundo Wasley César de Vasconcelos, o pedido deve ser apreciado dentro de dez dias no STF; "Entendemos que o benefício concedido ao Bruno tem que ser extendido ao Luiz, em conformidade com o artigo 580 do Código de Processo Penal, onde fala que os recursos concedidos a um réu do mesmo processo deve se estender aos demais que estejam na mesma situação processual e, portanto, ele poderá ter liberdade concedida" (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 - Após o ex-goleiro Bruno conseguir liberdade até que todos os recurso sejam julgados, o advogado de Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, também pediu liberdade para seu cliente. Segundo Wasley César de Vaconcelos, o pedido deve ser apreciado dentro de dez dias no Supremo Tribunal Federal (STF).

"Entendemos que o benefício concedido ao Bruno tem que ser extendido ao Luiz, em conformidade com o artigo 580 do Código de Processo Penal, onde fala que os recursos concedidos a um réu do mesmo processo deve se estender aos demais que estejam na mesma situação processual e, portanto, ele poderá ter liberdade concedida", afirmou o defensor ao G1.

Macarrão é um dos principais envolvidos no desaparecimento e morte de Eliza Samudio, esposa de Bruno. Ele está preso na Penitenciária Pio Canedo, em Pará de Minas. Em junho de 2016, ele conseguiu progressão para o regime semiaberto e passou a sair do presídio para trabalhar como zelador de uma igreja evangélica. Macarrão estava na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, mas o complexo não aceitava o regime semiaberto e, como consequência, ele foi transferido para outro presídio.

Em novembro de 2015, o amigo de Bruno foi condenado, a 15 anos de prisão em regime fechado por homicídio triplamente qualificado – motivo torpe, asfixia e uso de recurso que dificultou a defesa da vítima – e mais três anos em regime aberto por sequestro e cárcere privado. Macarrão foi absolvido da acusação de ocultação de cadáver.

Bruno

O ex-goleiro Bruno foi condenado a 22 anos e 3 meses de prisão pelo assassinato da ex-namorada Eliza Samudio. Ele deixou a cadeia, após decisão do ministro do STF Marco Aurélio Mello. entendeu haver excesso de prazo nessa prisão e que o goleiro tem direito a aguardar em liberdade a decisão sobre os recursos, que, depois de julgados, pode levar Bruno de volta à cadeia, se a condenação for mantida.

"Independente (sic) do tempo que eu fiquei também, eu queria deixar bem claro, se eu ficasse lá, tivesse prisão perpétua, por exemplo, no Brasil... não ia trazer a vítima de volta", disse ele à TV Globo Minas.

O ex-goleiro afirmou que pagou pelo "erro" que cometeu. "Paguei, paguei caro, não foi fácil. Eu não apagaria nada. Isso serve pra mim de experiência, serve como aprendizado e não como punição", disse.

"Eu acho que, nessa questão de apagar o passado das coisas, eu não apagaria nada porque através de muito... por mais que eu não tivesse amigos verdadeiros, por mais que eu não tivesse passado por certas situações na [Penitenciária] Nelson Hungria, como eu passei, eu talvez eu não daria tanto valor à vida hoje", complementou.


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