Após uma hora com Temer, líder do PHS se mantém contra golpe

Deputado Givaldo Carimbão (AL) participou de encontro com o vice-presidente Michel Temer e disse a ele que manterá sua coerência política ao se posicionar a favor da democracia e contra o golpe; "Falei pra ele que não posso rasgar minha história. Fiz oposição ao FHC, apoio Lula e Dilma ao longo de todos esses anos e não teria sentido mudar agora", relatou Carimbão

Deputado Givaldo Carimbão (AL) participou de encontro com o vice-presidente Michel Temer e disse a ele que manterá sua coerência política ao se posicionar a favor da democracia e contra o golpe; "Falei pra ele que não posso rasgar minha história. Fiz oposição ao FHC, apoio Lula e Dilma ao longo de todos esses anos e não teria sentido mudar agora", relatou Carimbão
Deputado Givaldo Carimbão (AL) participou de encontro com o vice-presidente Michel Temer e disse a ele que manterá sua coerência política ao se posicionar a favor da democracia e contra o golpe; "Falei pra ele que não posso rasgar minha história. Fiz oposição ao FHC, apoio Lula e Dilma ao longo de todos esses anos e não teria sentido mudar agora", relatou Carimbão (Foto: Aquiles Lins)
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Alagoas 247 - O líder do PHS na Câmara, Givaldo Carimbão (AL), manteve sua decisão a favor da democracia e contra o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, após reunião de uma hora com o vice-presidente Michel Temer.

"Falei pra ele que não posso rasgar minha história. Fiz oposição ao FHC, apoio Lula e Dilma ao longo de todos esses anos e não teria sentido mudar agora", relatou Carimbão ao Globo.

Carimbão disse que o convite para a conversa veio após Temer ter recebido o apoio de todos os outros seis deputados do PHS. Andrade o levou ao Palácio do Jaburu na noite de quinta-feira (14). Na ante-sala, Carimbão reencontrou articuladores de Temer que foram seus colegas na Câmara ao longo de seus cinco mandatos, como os ex-deputados Rocha Loures e Sandro Mabel.

"Temer me disse que nem eu, nem ele, nem ninguém tinha direito a pedir o voto do Carimbão. Disse que respeitava ele e pediu ajuda para que em um eventual governo possam voltar a conversar sobre as políticas antidrogas", contou Andrade, junto com Carimbão.

 

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