Araújo: Dilma está “mais forte do que nunca”

Ex-marido da presidente, o advogado trabalhista Carlos Araújo acredita que reverter o impeachment no Senado é "improvável", mas afirma que Dilma Rousseff está otimista; "A Dilma é uma mulher que cresce no confronto", descreve o gaúcho, em entrevista ao Estado de S. Paulo; para ele, "independente do dia que sair, agora ou depois, o caminho natural dela é Porto Alegre"; sobre o impeachment, ele diz: "Minha avaliação é de que se o Lula morresse hoje terminava tudo, não teria impeachment nem nada"

Ex-marido da presidente, o advogado trabalhista Carlos Araújo acredita que reverter o impeachment no Senado é "improvável", mas afirma que Dilma Rousseff está otimista; "A Dilma é uma mulher que cresce no confronto", descreve o gaúcho, em entrevista ao Estado de S. Paulo; para ele, "independente do dia que sair, agora ou depois, o caminho natural dela é Porto Alegre"; sobre o impeachment, ele diz: "Minha avaliação é de que se o Lula morresse hoje terminava tudo, não teria impeachment nem nada"
Ex-marido da presidente, o advogado trabalhista Carlos Araújo acredita que reverter o impeachment no Senado é "improvável", mas afirma que Dilma Rousseff está otimista; "A Dilma é uma mulher que cresce no confronto", descreve o gaúcho, em entrevista ao Estado de S. Paulo; para ele, "independente do dia que sair, agora ou depois, o caminho natural dela é Porto Alegre"; sobre o impeachment, ele diz: "Minha avaliação é de que se o Lula morresse hoje terminava tudo, não teria impeachment nem nada" (Foto: Gisele Federicce)

247 - O advogado trabalhista Carlos Araújo, ex-marido de Dilma Rousseff, acredita ser "improvável" a reversão do impeachment no Senado, mas diz que a presidente está otimista quanto à sua volta ao poder.

"A Dilma é uma mulher que cresce no confronto", descreve o gaúcho, em entrevista a Gabriela Lara, do Estado de S. Paulo. Para ele, "independente do dia que sair, agora ou depois, o caminho natural dela é Porto Alegre", onde está sua filha e netos.

Sobre o impeachment, ele diz: "Minha avaliação é de que se o Lula morresse hoje terminava tudo, não teria impeachment nem nada".

"Tudo isso que está havendo é por causa de 2018, é todo mundo pensando em como derrotar o Lula. E uma das questões é o time dele não estar no poder. Atacar o Lula passa por atacar a Dilma. A ideia é que, se vão disputar com ele em 2018, melhor que seja sem ele ter poder, sem a Dilma estar no poder. Preferível que esteja um Temer da vida no poder", afirma.

O advogado diz ainda que o que pode beneficiar Dilma "são os escândalos e desgastes do governo Temer, que são frequentes e profundos. Isso poderá trazer a alteração de alguns votos. Mas eu acho difícil mesmo assim porque, embora o Senado não seja tão conservador quanto a Câmara, ele é conservador. Eu acho muito difícil".

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