Armando avisa a oposição: "O Brasil não é um país qualquer"

Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto (PTB-PE), afirmou esperar que o Congresso Nacional resolva rapidamente o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, até porque a "disputa política chegou ao paroxismo, ao limite"; ele também alertou  aoposição para o fato de que "o Brasil não é um país qualquer em que você depõe presidente por vontade de setores da oposição. O governo tem muitos argumentos para mostrar que não há crime de responsabilidade", disparou

Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto (PTB-PE), afirmou esperar que o Congresso Nacional resolva rapidamente o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, até porque a "disputa política chegou ao paroxismo, ao limite"; ele também alertou  aoposição para o fato de que "o Brasil não é um país qualquer em que você depõe presidente por vontade de setores da oposição. O governo tem muitos argumentos para mostrar que não há crime de responsabilidade", disparou
Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto (PTB-PE), afirmou esperar que o Congresso Nacional resolva rapidamente o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, até porque a "disputa política chegou ao paroxismo, ao limite"; ele também alertou  aoposição para o fato de que "o Brasil não é um país qualquer em que você depõe presidente por vontade de setores da oposição. O governo tem muitos argumentos para mostrar que não há crime de responsabilidade", disparou (Foto: Paulo Emílio)
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Pernambuco 247 - O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto (PTB-PE), disse estar confiante na possibilidade do Congresso Nacional encerrar o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff o quanto antes, até porque a "disputa política chegou ao paroxismo, ao limite", disparou. Ele também observou que é "preciso defender a a institucionalidade", mas que "o Brasil não é um país qualquer em que você depõe presidente por vontade de setores da oposição. O governo tem muitos argumentos para mostrar que não há crime de responsabilidade", disse.

Segundo ele, a carta entregue à presidente Dilma pelo vice-presidente Michel Temer (PMDB-SP), onde ele relata a sua insatisfação com o tratamento dispensado a ele e ao partido – revela apenas a cizânia existente dentro do PMDB. "O PMDB é um partido que sempre teve essa marca de ser dividido. Independentemente da carta do vice-presidente, por quem tenho respeito, já se percebe a divisão na bancada da Câmara. Há setores expressivos do PMDB que querem ficar na base", disse o ministro em entrevista à rede RBS.

O ministro também afirmou estar seguro que os três membros da legenda que foram indicados para a comissão especial que irá analisar a pertinência do pedido de impeachment deverão votar de forma favorável ao governo, a despeito da presidente do partido, Cristiane Brasil (RJ), já ter se posicionado a favor do afastamento. "Seria difícil para o líder (Jovair Arantes-GO) bloquear a pretensão da presidente do partido. São três representantes do partido na comissão, confio que a maioria vai votar com o governo", afirmou.

Armando também disse esperar que o Congresso resolva a questão do impeachment o mais rapidamente possível. "A sociedade deseja isso, para que se possa discutir uma agenda de país. A disputa política chegou ao paroxismo, ao limite", disparou.

 

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