As aplicações de renda fixa que você deve ter em 2016

Com as seguidas altas na taxa básica de juros, esses produtos se mostraram bastante atrativos contra aplicações mais arriscadas, como a renda variável. A tendência é que 2016 seja mais um ano de investimentos em renda fixa em alta

Com as seguidas altas na taxa básica de juros, esses produtos se mostraram bastante atrativos contra aplicações mais arriscadas, como a renda variável. A tendência é que 2016 seja mais um ano de investimentos em renda fixa em alta
Com as seguidas altas na taxa básica de juros, esses produtos se mostraram bastante atrativos contra aplicações mais arriscadas, como a renda variável. A tendência é que 2016 seja mais um ano de investimentos em renda fixa em alta (Foto: Leonardo Attuch)
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Os Investimentos em renda fixa foram muito procurados pelos investidores brasileiros em 2015 e não é para menos: com as seguidas altas na taxa básica de juros, esses produtos se mostraram bastante atrativos contra aplicações mais arriscadas, como a renda variável. A tendência é que 2016 seja mais um ano de investimentos em renda fixa em alta. Assim, o InfoMoney conversou com assessores de investimento para saber quais são as aplicações que o investidor deve ter com certeza nesse ano.

LCI e LCA
As LCI (Letras de Crédito Imobiliário) e LCA (Letras de Crédito do Agronegócio) são verdadeiras queridinhas dos investidores. Isso acontece pois, além de serem protegidas pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito) em até R$ 250 mil por instituição financeira, elas são isentas de cobrança de Imposto de Renda.

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Contudo, essa atratividade pode ir embora caso a MP 694, que circula no Senado Federal, seja aprovada. A Medida Provisória prevê cobrança de imposto de renda sobre as LCI e LCA e ainda aumentar a cobrança sobre outros produtos de renda fixa e fundos imobiliários.

Contudo, "a MP 694 ainda não foi aprovada, e apesar de haver certa polêmica em torno do prazo em que irá começar a vigorar, é uma oportunidade para realizar aplicações em condições fiscais mais interessantes do que no futuro", atesta Aldo Pessagno, diretor da Manhattan Investimentos.

CDB
Os CDB (Certificados de Depósito Bancário) são títulos semelhantes à LCI e à LCA, mas não contam com a isenção de imposto de renda. "Os CDBs são produtos bancários que possuem a garantia do FGC até R$250.000,00 por CPF e por instituição e que foram muito procurados em 2015 e provavelmente se repetirá em 2016 como sendo parte de uma carteira de investimentos. É possível encontrar em bancos médios CDBs que remuneram até 120% do CDI no pós-fixado ou 18,6% fixo em um CDB pré-fixado", explica Alexandre Sandoval, sócio da Allux Investimentos.

Tesouro Direto
O Tesouro Direto é o programa de compra e venda de títulos públicos do governo federal. Ele oferece títulos com rentabilidades variadas: prefixada, atrelada à Selic ou ainda atrelada ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). "Não é o produto que melhor remunera, pois há produtos seguros e mais rentáveis, mas ainda assim, com as gordas taxas de juros, ainda seguem como um dos principais produtos que deve constar em uma carteira de investimentos", relata Sandoval.

Debêntures
"As Debêntures são produtos de Renda Fixa que possuem dois grandes atrativos: rentabilidade e risco baixo (dependendo da empresa escolhida). Algumas Debentures possuem isenção de imposto de renda e atualmente encontramos com facilidade produtos que rendem IPCA+10% ao ano, com um risco relativamente baixo", comenta Alexandre Sandoval.

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