As conversas do atirador de Goiânia com um amigo sobre Nazismo

O adolescente de 14 anos que disparou em plena aula nos colegas de classe no colégio Goyases, em Goiânia, matando dois e deixando quatro feridos, usava um perfil no Skype com o codinome Adolf e tentava convencer os amigos da mesma idade que o nazismo havia sido positivo para a humanidade

O adolescente de 14 anos que disparou em plena aula nos colegas de classe no colégio Goyases, em Goiânia, matando dois e deixando quatro feridos, usava um perfil no Skype com o codinome Adolf e tentava convencer os amigos da mesma idade que o nazismo havia sido positivo para a humanidade
O adolescente de 14 anos que disparou em plena aula nos colegas de classe no colégio Goyases, em Goiânia, matando dois e deixando quatro feridos, usava um perfil no Skype com o codinome Adolf e tentava convencer os amigos da mesma idade que o nazismo havia sido positivo para a humanidade (Foto: Aquiles Lins)

Goiás 247 - O adolescente de 14 anos que disparou em plena aula nos colegas de classe no colégio Goyases, em Goiânia, matando dois e deixando quatro feridos, usava um perfil no Skype com o codinome Adolf e tentava convencer os amigos da mesma idade que o nazismo havia sido positivo para a humanidade.

Logo depois do ocorrido, o pai de um dos melhores amigos do jovem decidiu vasculhar as conversas que o filho mantinha com o atirador na internet e se deparou com as mensagens divulgadas abaixo.

Pelo teor do bate-papo, travado entre abril e outubro deste ano no Skype, é possível concluir que o garoto tirava tais ideias de sites de notícias falsas e de teorias da conspiração, como as que propagam que o holocausto dos judeus foi uma farsa e que as imagens dos campos de concentração foram montadas.

As informações são da revista Veja.

 

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