"Assistência precisa ir além de postinho de saúde"

Secretário Nacional da Atenção Básica, Helvécio Magalhães, disse nesta segunda que o país precisa "insistir" no que ele classificou como "caminho brasileiro para o Sistema Nacional de Saúde"; proposta tem como base a convivência com o setor privado na prestação de serviços e ampliação da assistência básica; "Não é assistência de postinho de saúde, com médicos de vez em quando, que vai resolver, mas sim unidades robustas, bem equipadas, com banda larga, prontuário eletrônico, com equipe com carreira e com concurso público"

Secretário Nacional da Atenção Básica, Helvécio Magalhães, disse nesta segunda que o país precisa "insistir" no que ele classificou como "caminho brasileiro para o Sistema Nacional de Saúde"; proposta tem como base a convivência com o setor privado na prestação de serviços e ampliação da assistência básica; "Não é assistência de postinho de saúde, com médicos de vez em quando, que vai resolver, mas sim unidades robustas, bem equipadas, com banda larga, prontuário eletrônico, com equipe com carreira e com concurso público"
Secretário Nacional da Atenção Básica, Helvécio Magalhães, disse nesta segunda que o país precisa "insistir" no que ele classificou como "caminho brasileiro para o Sistema Nacional de Saúde"; proposta tem como base a convivência com o setor privado na prestação de serviços e ampliação da assistência básica; "Não é assistência de postinho de saúde, com médicos de vez em quando, que vai resolver, mas sim unidades robustas, bem equipadas, com banda larga, prontuário eletrônico, com equipe com carreira e com concurso público" (Foto: Romulo Faro)
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Bahia 247 - Representando o ministro da Saúde, Arthur Chioro, o secretário Nacional da Atenção Básica, Helvécio Magalhães, disse nesta segunda-feira (17), em São Francisco do Conde, na Região Metropolitana de Salvador, que o país precisa "insistir" no que ele classificou como "caminho brasileiro para o Sistema Nacional de Saúde".

Proposta, segundo ele, tem como base a convivência com o setor privado na prestação de serviços e ampliação da assistência básica.

"Não é assistência de postinho de saúde, com médicos de vez em quando, que vai resolver, mas sim unidades robustas, bem equipadas, com banda larga, prontuário eletrônico, com equipe com carreira e com concurso público", disse Helvécio ao site Bahia Notícias na aula inaugural de semestre no Instituto de Saúde Coletiva (ISC-Ufba).

Segundo o número 2 do Ministério da Saúde, os principais problemas da saúde brasileira passam também por financiamento, formação de profissionais para o Sistema Único de Saúde e ampliação do número de médicos e de vagas de medicina.

"Nós não podemos deixar de dizer que, apesar de todas as dificuldades momentâneas, ainda investimos pouco em saúde", avaliou Helvécio, antes de participar do debate sobre os desafios da Saúde no ISC-Ufba.

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