Até Doria critica censura de Temer

Dos Emirados Árabes, onde se encontra em missão oficial para atrair interessados em financiar seu programa de privatizações, o prefeito de São Paulo, João Doria Jr (PSDB) criticou a decisão da Justiça que censurou reportagens sobre conversa hackeada entre Marcela Temer e seu irmão, que podem comprometer Michel Temer; "A imprensa sempre deve dar o direito amplo a resposta. Pode protestar, pode criticar. Mas censurar, não. Proibir, não. Não é um bom caminho", disse Doria

Dos Emirados Árabes, onde se encontra em missão oficial para atrair interessados em financiar seu programa de privatizações, o prefeito de São Paulo, João Doria Jr (PSDB) criticou a decisão da Justiça que censurou reportagens sobre conversa hackeada entre Marcela Temer e seu irmão, que podem comprometer Michel Temer; "A imprensa sempre deve dar o direito amplo a resposta. Pode protestar, pode criticar. Mas censurar, não. Proibir, não. Não é um bom caminho", disse Doria
Dos Emirados Árabes, onde se encontra em missão oficial para atrair interessados em financiar seu programa de privatizações, o prefeito de São Paulo, João Doria Jr (PSDB) criticou a decisão da Justiça que censurou reportagens sobre conversa hackeada entre Marcela Temer e seu irmão, que podem comprometer Michel Temer; "A imprensa sempre deve dar o direito amplo a resposta. Pode protestar, pode criticar. Mas censurar, não. Proibir, não. Não é um bom caminho", disse Doria (Foto: Aquiles Lins)

SP 247 - Dos Emirados Árabes, onde se encontra em missão oficial para atrair interessados em financiar seu programa de privatizações, o prefeito de São Paulo, João Doria Jr (PSDB) criticou a decisão da Justiça que censurou reportagens sobre conversa hackeada entre Marcela Temer e seu irmão, que podem comprometer Michel Temer. 

"A imprensa sempre deve dar o direito amplo a resposta. Pode protestar, pode criticar. Mas censurar, não. Proibir, não. Não é um bom caminho", disse Doria.

A decisão do juiz Hilmar Castelo Branco acabou censurando um diálogo de Marcela com seu irmão, em que ela fala que o braço direito de Temer, o publicitário Arlon Viana, ex-tesoureiro do PMDB em São Paulo e hoje assessor especial da presidência da República, faria a parte "baixo nível" do marido. Com isso, o nome de Temer seria "jogado na lama". O áudio foi mencionado pelo hacker Silvonei José de Jesus Souza, que foi condenado a cinco anos de prisão. 

O caso foi investigado pelo então secretário de Segurança de São Paulo, Alexandre de Moraes, que depois se tornou ministro da Justiça e indicado para o Supremo Tribunal Federal.

O áudio que pode incriminar Temer sumiu do processo. 

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