Até janeiro, táxis circulam com ‘bandeira 2’

Todos os anos no mês de dezembro, os taxistas de Maceió circulam com bandeira 2, ou seja, o valor cobrado pelo quilômetro rodado fica 20% mais caro, passando de de R$ 2,38 para R$ 2,85 durante o período; medida é válida até 6 de janeiro e é uma forma de garantir o 13º salário da categoria

Todos os anos no mês de dezembro, os taxistas de Maceió circulam com bandeira 2, ou seja, o valor cobrado pelo quilômetro rodado fica 20% mais caro, passando de de R$ 2,38 para R$ 2,85 durante o período; medida é válida até 6 de janeiro e é uma forma de garantir o 13º salário da categoria
Todos os anos no mês de dezembro, os taxistas de Maceió circulam com bandeira 2, ou seja, o valor cobrado pelo quilômetro rodado fica 20% mais caro, passando de de R$ 2,38 para R$ 2,85 durante o período; medida é válida até 6 de janeiro e é uma forma de garantir o 13º salário da categoria (Foto: Voney Malta)
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Alagoas247 - Como sempre acontece todos os anos no mês de dezembro, os taxistas de Maceió já começaram a circular na bandeira 2. Com isso, o valor cobrado pelo quilômetro rodado passa a ser 20% mais caro. A medida é válida até o dia 6 de janeiro, como forma de garantir o 13º salário dos profissionais. 

De acordo com o presidente do Sindicato dos Taxistas de Maceió (Sintáxi), Ubiraci Correia, o valor da bandeirada não sofre alteração e continua sendo R$ 4,33. Ele explica que o que muda é o preço cobrado por quilômetro rodado, que passa de R$ 2,38 para R$ 2,85 durante o período. 

"Com esse aumento do valor cobrado, queremos incentivar os taxistas a passarem mais tempo nas ruas para atender com mais agilidade e atenção aos clientes. A bandeira dois já é utilizada há vários anos pelos taxistas como forma de garantir o 13º dos profissionais", destaca o presidente do sindicato. 

Ubiraci Correia destaca que os taxistas estão preparados para atender a população local e também os turistas que vêm para Maceió. Segundo ele, a frota de veículos da capital alagoana está em primeiro lugar no quesito frota renovada. 

O representante da categoria fala ainda que a crise econômica não tem atrapalhado o movimento nos táxis. Segundo ele, a categoria tem sofrido com o alto número de veículos clandestinos, como os carros particulares e os mototaxistas, que têm angariado passageiros pelas ruas da cidade. 

"A categoria já não suporta mais essa concorrência desleal. O prejuízo que nós estamos tendo é com a pirataria, pois são muitos carros particulares concorrendo de forma injusta com os taxistas", fala. 

Com gazetaweb.com

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