Ato das centrais sindicais e movimentos populares reúne 5 mil pessoas

O Dia Nacional de Luta, organizado pelas centrais sindicais e movimentos sociais, em Fortaleza, contou com grande adesão. Além do setores organizados, houve grande adesão de populares. Na mídia local, a participação varia entre 500 e 3 mil participantes. Na avaliação da CUT, 5 mil manifestantes estiveram presentes

O Dia Nacional de Luta, organizado pelas centrais sindicais e movimentos sociais, em Fortaleza, contou com grande adesão. Além do setores organizados, houve grande adesão de populares. Na mídia local, a participação varia entre 500 e 3 mil participantes. Na avaliação da CUT, 5 mil manifestantes estiveram presentes
O Dia Nacional de Luta, organizado pelas centrais sindicais e movimentos sociais, em Fortaleza, contou com grande adesão. Além do setores organizados, houve grande adesão de populares. Na mídia local, a participação varia entre 500 e 3 mil participantes. Na avaliação da CUT, 5 mil manifestantes estiveram presentes (Foto: Ana Pupulin)

Ceará 247 - A mobilização dos trabalhadores que acontece hoje, em todo o Brasil, com o Dia Nacional de Luta, reuniu mais de cinco mil pessoas, em Fortaleza, segundo os organizadores do evento. Mais de quarenta entidades, entre sindicatos e movimentos sociais foram às ruas divulgando uma pauta unificada que tem quatro pontos: defesa dos direitos trabalhistas, da democracia, da Petrobrás e da reforma política.

Para a presidente da CUT,  Joana D’arc , o ato alcançou seus objetivos. Para ela, além de reunir uma grande número de manifestantes, o ato deve ajudar na reflexão da classe trabalhadora e da sociedade em geral para a atual conjuntura política. "Nesse momento é importante defender tudo aquilo que a gente já conquistou ao longo da nossa trajetória. A nossa avaliação desse ato é extremamente positiva, para continuar na luta, para continuar fazendo a defesa do nosso País. A Petrobras é uma empresa brasileira. Se tem corrupção, que seja apurada com todo rigor. Mas o momento é de estar unificado, em todo o Brasil e acima de tudo, defender a democracia".

Além dos movimentos organizados, também foi grande a adesão de populares. Para a jornalista Mônica Silveira, sua adesão ao movimento foi motivada "pela luta em defesa do Brasil, da democracia e pela permanência da Dilma, eleita democraticamente e contra o golpe de estado que estão tentando dar". Para Socorro Muniz, funcionária da Assembleia Legislativa, a participação foi para defender a reforma política e a presidente Dilma Rousseff. "Nós mulheres vamos ficar com a Dilma sempre".

A concentração começou às 08h30m, na Praça da Imprensa e por volta de 11h, deslocou-se, em passeata, até a frente da Assembleia Legislativa, na avenida Desembargador Moreira.

Durante todo o ato, diversas entidades puxaram palavras de ordem e discursaram para os presentes, destacando as principais reivindicações do movimento social. A defesa do governo da presidente Dilma Rousseff esteve presente em todas as falas.

 

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