Ato de juristas na USP condena ações de Moro

Reunidos pelo "Manifesto pela Legalidade e pela Democracia", centenas de juristas e representantes da esquerda criticaram, na Faculdade de Direito da USP, em São Paulo, a condução das investigações da Lava Jato, o juiz Sergio Moro e o que afirmam ser a "pavimentação de um caminho para o fim do Estado democrático de Direito" no Brasil; professor de direito penal da USP, Sérgio Salomão Schecaira afirmou que Moro deveria "ser preso" pela quebra do sigilo telefônico de Lula

Reunidos pelo "Manifesto pela Legalidade e pela Democracia", centenas de juristas e representantes da esquerda criticaram, na Faculdade de Direito da USP, em São Paulo, a condução das investigações da Lava Jato, o juiz Sergio Moro e o que afirmam ser a "pavimentação de um caminho para o fim do Estado democrático de Direito" no Brasil; professor de direito penal da USP, Sérgio Salomão Schecaira afirmou que Moro deveria "ser preso" pela quebra do sigilo telefônico de Lula
Reunidos pelo "Manifesto pela Legalidade e pela Democracia", centenas de juristas e representantes da esquerda criticaram, na Faculdade de Direito da USP, em São Paulo, a condução das investigações da Lava Jato, o juiz Sergio Moro e o que afirmam ser a "pavimentação de um caminho para o fim do Estado democrático de Direito" no Brasil; professor de direito penal da USP, Sérgio Salomão Schecaira afirmou que Moro deveria "ser preso" pela quebra do sigilo telefônico de Lula (Foto: Roberta Namour)

247 - Reunidos pelo "Manifesto pela Legalidade e pela Democracia", centenas de juristas e representantes da esquerda criticaram, na Faculdade de Direito da USP, em São Paulo, a condução das investigações da Lava Jato, o juiz Sergio Moro e o que afirmam ser a "pavimentação de um caminho para o fim do Estado democrático de Direito" no Brasil.

Para o professor de direito penal da USP, Sérgio Salomão Schecaira afirmou que Moro deveria "ser preso" pela quebra do sigilo telefônico de Lula. Segundo ele, em entrevista à ‘Folha de S. Paulo’, o juiz federal faz "uso seletivo", na mídia, das informações da Lava Jato para reforçar "um golpe que está em curso".

Já Marcelo Semer, da Associação Juízes para a Democracia, diz que "há um estado policial que está desalojando o Estado democrático de Direito no país". Ele criticou o uso de prisões preventivas para obter delações premiadas de suspeitos de crimes (leia aqui).

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