Ato de solidariedade ao MST hoje, em Fortaleza

A coordenação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), no Ceará realiza hoje (7), a partir das 18:30h, uma plenária de apoiadores/as, no Centro de Formação Frei Humberto ( Rua Paulo Firmeza, 445 - São João do Tauape). O ato representa uma manifestação de solidariedade ao MST e aos seus integrantes, vítimas da invasão da Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF) em Guararema, São Paulo e também tem o objetivo de denunciar a tentativa de criminalização de movimentos populares

A coordenação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), no Ceará realiza hoje (7), a partir das 18:30h, uma plenária de apoiadores/as, no Centro de Formação Frei Humberto ( Rua Paulo Firmeza, 445 - São João do Tauape). O ato representa uma manifestação de solidariedade ao MST e aos seus integrantes, vítimas da invasão da Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF) em Guararema, São Paulo e também tem o objetivo de denunciar a tentativa de criminalização de movimentos populares
A coordenação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), no Ceará realiza hoje (7), a partir das 18:30h, uma plenária de apoiadores/as, no Centro de Formação Frei Humberto ( Rua Paulo Firmeza, 445 - São João do Tauape). O ato representa uma manifestação de solidariedade ao MST e aos seus integrantes, vítimas da invasão da Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF) em Guararema, São Paulo e também tem o objetivo de denunciar a tentativa de criminalização de movimentos populares (Foto: Fatima 247)

A coordenação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), no Ceará realiza hoje (7), a partir das 18:30h, uma plenária de apoiadores/as, no Centro de Formação Frei Humberto ( Rua Paulo Firmeza, 445 - São João do Tauape). O ato representa uma manifestação de solidariedade ao MST e aos seus integrantes, vítimas da invasão da Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF) em Guararema, São Paulo e também tem o objetivo de denunciar a criminalização de movimentos populares. 

Na manhã desta última sexta-feira (04) policiais civis de Mogi das Cruzes e Guararema chegaram na ENFF por volta das 9h25, cercaram o local e pularam a janela da recepção dando tiros para o ar, conforme registraram as câmeras de segurança do local. Os militantes que estavam presentes afirmaram que os estilhaços que acertaram uma mulher, eram de balas letais, e não de borracha.

A invasão do espaço, segundo o MST, está relacionada aos desdobramento das disputas entre camponeses e a empresa madeireira Araupel em Quedas do Iguaçu (PR). Em nota, o MST repudiou as ações alertando que se trata de uma tentativa de criminalizar a organização. “Lembramos que essa ação faz parte da continuidade do processo histórico de perseguição e violência que o movimento vem sofrendo em vários estados e no Paraná”.

No último sábado (5), cerca de mil pessoas se reuniram na própria Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF), participando de um ato em solidariedade ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), com a presença do ex-presidente Lula, parlamentares, líderes sindicais, movimentos populares, entre outros.

 

 

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