Ato histórico em SP demonstra força contra o governo Temer e a retirada de direitos

Para o coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MTST), Guilherme Boulos, o dia 15 de março foi um marco histórico. Segundo Boulos, os trabalhadores se deram conta do risco que correm. “Começou a cair a ficha sobre o tamanho do ataque das reformas trabalhista e da Previdência. É o início de um novo momento”, afirmou. O líder do MTST ainda garantiu que se o governo seguir adiante com a reforma, os trabalhadores ocuparão Brasília e não deixarão a votação acontecer

Para o coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MTST), Guilherme Boulos, o dia 15 de março foi um marco histórico. Segundo Boulos, os trabalhadores se deram conta do risco que correm. “Começou a cair a ficha sobre o tamanho do ataque das reformas trabalhista e da Previdência. É o início de um novo momento”, afirmou. O líder do MTST ainda garantiu que se o governo seguir adiante com a reforma, os trabalhadores ocuparão Brasília e não deixarão a votação acontecer
Para o coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MTST), Guilherme Boulos, o dia 15 de março foi um marco histórico. Segundo Boulos, os trabalhadores se deram conta do risco que correm. “Começou a cair a ficha sobre o tamanho do ataque das reformas trabalhista e da Previdência. É o início de um novo momento”, afirmou. O líder do MTST ainda garantiu que se o governo seguir adiante com a reforma, os trabalhadores ocuparão Brasília e não deixarão a votação acontecer (Foto: Leonardo Attuch)

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