Auditores fiscais reduzem atendimento

Os auditores fiscais do trabalho em Alagoas reduziram o atendimento para reivindicar melhores condições de trabalho; eles reclamam da falta de estrutura no prédio; caso não haja negociação com o governo, no próximo dia 10 de junho a categoria vai aderir a uma paralisação de 24 horas

Os auditores fiscais do trabalho em Alagoas reduziram o atendimento para reivindicar melhores condições de trabalho; eles reclamam da falta de estrutura no prédio; caso não haja negociação com o governo, no próximo dia 10 de junho a categoria vai aderir a uma paralisação de 24 horas
Os auditores fiscais do trabalho em Alagoas reduziram o atendimento para reivindicar melhores condições de trabalho; eles reclamam da falta de estrutura no prédio; caso não haja negociação com o governo, no próximo dia 10 de junho a categoria vai aderir a uma paralisação de 24 horas (Foto: Voney Malta)

Alagoas247 - Os auditores fiscais do trabalho estão mobilizados, nesta quarta-feira (4), em frente ao Prédio da Superintendência Regional de Trabalho e Emprego, no centro de Maceió, para reivindicar, entre outras coisas, melhores condições de trabalho e aumento salarial. Por conta do ato, o atendimento hoje está sendo realizado de forma reduzida.

De acordo com o delegado sindical dos auditores fiscais, José Pulquério Filho, a falta de estrutura no prédio da superintendência regional é outro problema enfrentado pelos servidores. Há também a falta de efetivo, que acaba sobrecarregando os funcionários.

"Nossa luta não é apenas salarial, mas por dignidade e melhoria das condições de trabalho. O prédio é antigo e não dá o mínimo de conforto para o trabalhador aqui na capital. Isso sem falar nos postos do interior, que são uma miséria", destaca Pulquério.

A auditora fiscal Railene Cunha Gomes destaca que o objetivo da mobilização é alertar o governo para o farto de que eles precisam estar bem instalados e ser bem remunerados para que possam realizar um atendimento satisfatório à população.

"Temos a consciência de que nosso trabalho é importante. Não gostamos de fazer greve e de paralisar, mas entendemos que precisamos reivindicar melhorias. O sistema cai direto e temos que mandar as pessoas para casa porque não temos como trabalhar", ressalta.

O auditor fiscal e engenheiro Elton Machado fala sobre as irregularidades no prédio da superintendência. Segundo ele, o edifício tem cerca de 50 anos, conta com elevadores antigos e infiltrações. Além disso, não conta com saída de emergência e nem rede de combate a incêndio.

Caso não haja negociação com o governo, no próximo dia 10 de junho a categoria vai aderir a uma paralisação de 24 horas que acontece em âmbito nacional.

Com gazetaweb.com

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