Auditoria aponta desvios em obra de Anastasia em MG

Controladoria-Geral de Minas apontou corrupção, desvios e outras irregularidades na construção de um centro internacional de meio ambiente no governo de Antonio Anastasia (PSDB), em Frutal (MG); com prejuízos aos cofres públicos de mais de R$ 18 milhões, esquema beneficiou a CWP (Construtora Waldemar Polizzi), que pertenceu a parentes de Anastasia; tucano é relator da comissão especial do impeachment de Dilma no Senado e apadrinhado de Aécio Neves 

Controladoria-Geral de Minas apontou corrupção, desvios e outras irregularidades na construção de um centro internacional de meio ambiente no governo de Antonio Anastasia (PSDB), em Frutal (MG); com prejuízos aos cofres públicos de mais de R$ 18 milhões, esquema beneficiou a CWP (Construtora Waldemar Polizzi), que pertenceu a parentes de Anastasia; tucano é relator da comissão especial do impeachment de Dilma no Senado e apadrinhado de Aécio Neves 
Controladoria-Geral de Minas apontou corrupção, desvios e outras irregularidades na construção de um centro internacional de meio ambiente no governo de Antonio Anastasia (PSDB), em Frutal (MG); com prejuízos aos cofres públicos de mais de R$ 18 milhões, esquema beneficiou a CWP (Construtora Waldemar Polizzi), que pertenceu a parentes de Anastasia; tucano é relator da comissão especial do impeachment de Dilma no Senado e apadrinhado de Aécio Neves  (Foto: Roberta Namour)
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247 – Uma investigação da Controladoria-Geral de Minas apontou corrupção, desvios e outras irregularidades na construção de um centro internacional de meio ambiente no governo de Antonio Anastasia (PSDB). O tucano é relator da comissão especial do impeachment de Dilma no Senado.

A controladoria, órgão do governo estadual, auditou amostra de R$ 37,7 milhões da obra, ou 16% dos R$ 230 milhões do total do projeto localizado na cidade de Frutal (MG), que incluiu recursos estaduais, federais e do BNDES.

Auditores verificaram que os prejuízos aos cofres públicos chegaram a R$ 18 milhões, o equivalente a 48% da amostra que foi investigada no projeto localizado na cidade de Frutal (MG), que incluiu recursos estaduais, federais e do BNDES.

Parte das irregularidades, segundo os relatórios da Controladoria, beneficiou a CWP (Construtora Waldemar Polizzi), que pertenceu a parentes de Anastasia até quatro meses antes de ele assumir o governo mineiro em 2010. Em nota, o senador nega participação na empresa.

Leia aqui reportagem de Bela Megale sobre o assunto.

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