Aulas são suspensas em escola de Maceió

Quase 400 alunos não tiveram aulas nesta sexta-feira (16) na Escola Municipal Sérgio Luiz Pessoa Braga, na Chã da Jaqueira, em Maceió. A medida foi tomada depois que um homem invadiu a unidade de ensino no último dia 13 para tentar matar um rival. O clima de insegurança domina alunos e funcionários. PM promete reforçar o policiamento na região.

Quase 400 alunos não tiveram aulas nesta sexta-feira (16) na Escola Municipal Sérgio Luiz Pessoa Braga, na Chã da Jaqueira, em Maceió. A medida foi tomada depois que um homem invadiu a unidade de ensino no último dia 13 para tentar matar um rival. O clima de insegurança domina alunos e funcionários. PM promete reforçar o policiamento na região.
Quase 400 alunos não tiveram aulas nesta sexta-feira (16) na Escola Municipal Sérgio Luiz Pessoa Braga, na Chã da Jaqueira, em Maceió. A medida foi tomada depois que um homem invadiu a unidade de ensino no último dia 13 para tentar matar um rival. O clima de insegurança domina alunos e funcionários. PM promete reforçar o policiamento na região. (Foto: Voney Malta)
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Alagoas247 - A invasão à unidade aconteceu por volta das 20h15, quando alunos assistiam aulas. O fato provocou correria. No dia seguinte, não houve aula para que fosse realizada a limpeza do pátio da escola. O pedido de socorro foi feito hoje por funcionários, que acabaram recebidos pelo Comando de Policiamento da Capital (CPC) e por integrantes da Secretaria Municipal de Educação (Semed). 

Marciângela Gonçalves, assistente social que trabalha na escola, informou que o clima é de medo. “Dentro da unidade está tudo tranquilo. O problema, porém, é fora dela. Estamos numa região muito problemática aqui na Chã da Jaqueira. Os pais ficaram com muito medo. Houve pânico e correria, com os alunos se atirando ao chão”, disse a assistente social.

Porém, os funcionários da escola municipal afirmam acreditar que uma reforma pode ajudar a amenizar os problemas, que acabam “favorecendo” invasões. “Precisamos de uma reforma. O nosso muro é muito baixo e as câmeras de segurança estão quebradas”, afirmou Marciângela Gonçalves. 

Já o comandante de CPC, coronel Neuton Boia, confirmou que a escola está numa localidade com registros de violência e que o policiamento na região será reforçado. “Vamos aumentar a ostensividade perto da escola, intensificando as rondas escolares”, garantiu.

Com agzetaweb.com

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