Bahia vai produzir remédio contra anemia falciforme

Um acordo entre o Estado da Bahia e a indústria farmacêutica italiana Chemi, assinado pelo governador Rui Costa nesta sexta-feira, na Itália, vai permitir a produção, pela Bahiafarma, da Hidroxiuréia, remédio usado no tratamento contra anemia falciforme; assinatura ocorreu em visita da comitiva do governo da Bahia à sede da empresa em Milão; a produção baiana deve começar entre oito meses e um ano e vai atender plenamente à demanda do SUS local e de outros estados, além de ter condições de exportar o medicamento, segundo a assessoria do governo

Um acordo entre o Estado da Bahia e a indústria farmacêutica italiana Chemi, assinado pelo governador Rui Costa nesta sexta-feira, na Itália, vai permitir a produção, pela Bahiafarma, da Hidroxiuréia, remédio usado no tratamento contra anemia falciforme; assinatura ocorreu em visita da comitiva do governo da Bahia à sede da empresa em Milão; a produção baiana deve começar entre oito meses e um ano e vai atender plenamente à demanda do SUS local e de outros estados, além de ter condições de exportar o medicamento, segundo a assessoria do governo
Um acordo entre o Estado da Bahia e a indústria farmacêutica italiana Chemi, assinado pelo governador Rui Costa nesta sexta-feira, na Itália, vai permitir a produção, pela Bahiafarma, da Hidroxiuréia, remédio usado no tratamento contra anemia falciforme; assinatura ocorreu em visita da comitiva do governo da Bahia à sede da empresa em Milão; a produção baiana deve começar entre oito meses e um ano e vai atender plenamente à demanda do SUS local e de outros estados, além de ter condições de exportar o medicamento, segundo a assessoria do governo (Foto: Romulo Faro)
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Bahia 247 - Um acordo entre o Estado da Bahia e a indústria farmacêutica italiana Chemi, assinado pelo governador Rui Costa nesta sexta-feira (16), na Itália, vai permitir a produção, pela Bahiafarma, da Hidroxiuréia, remédio usado no tratamento contra anemia falciforme. A assinatura ocorreu em visita da comitiva do governo da Bahia à sede da empresa em Milão.

A produção baiana deve começar entre oito meses e um ano e vai atender plenamente à demanda do SUS local e de outros estados, além de ter condições de exportar o medicamento, segundo a assessoria do governo. Atualmente, o Brasil importa a Hidroxiuréia e o fornecimento não atende a toda necessidade da população.

Fora do continente africano, a Bahia é o local com maior número de portadores de anemia falciforme. Estima-se que em cada 650 bebês nascidos, um possui a doença. Além disso, atualmente, cerca de 30 mil baianos enfrentam a doença.

"É um momento marcante para o Brasil. Vamos garantir a disponibilidade, com menor custo, do medicamento para o tratamento de uma doença com alta incidência no país e que não recebe a atenção que deveria. Vamos transformar a Bahia no centro de referência do tratamento da anemia falciforme do Brasil, gerando ainda emprego e renda", afirmou o secretário da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas (na extremidade direita na foto).

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