Bahiafarma dará economia de R$ 33 milhões ao SUS

A Fundação Baiana de Pesquisa e Distribuição de Medicamentos (Bahiafarma) deve faturar mais de R$ 80 milhões em 12 meses com os medicamentos Cabergolina e Cloridrato de Sevelâmer, que serão fornecidos ao SUS, segundo do secretário da Saúde, Fábio Vilas-Boas; "Essa é uma empresa estratégica no processo de atração e fixação de laboratórios e indústrias farmacêuticas a fim de criar um polo farmoquímico na Bahia nos próximos anos"; estimativas do Estado apontam que o SUS economizará cerca de R$ 33 milhões por ano com aquisição dos medicamentos com a Bahiafarma

A Fundação Baiana de Pesquisa e Distribuição de Medicamentos (Bahiafarma) deve faturar mais de R$ 80 milhões em 12 meses com os medicamentos Cabergolina e Cloridrato de Sevelâmer, que serão fornecidos ao SUS, segundo do secretário da Saúde, Fábio Vilas-Boas; "Essa é uma empresa estratégica no processo de atração e fixação de laboratórios e indústrias farmacêuticas a fim de criar um polo farmoquímico na Bahia nos próximos anos"; estimativas do Estado apontam que o SUS economizará cerca de R$ 33 milhões por ano com aquisição dos medicamentos com a Bahiafarma
A Fundação Baiana de Pesquisa e Distribuição de Medicamentos (Bahiafarma) deve faturar mais de R$ 80 milhões em 12 meses com os medicamentos Cabergolina e Cloridrato de Sevelâmer, que serão fornecidos ao SUS, segundo do secretário da Saúde, Fábio Vilas-Boas; "Essa é uma empresa estratégica no processo de atração e fixação de laboratórios e indústrias farmacêuticas a fim de criar um polo farmoquímico na Bahia nos próximos anos"; estimativas do Estado apontam que o SUS economizará cerca de R$ 33 milhões por ano com aquisição dos medicamentos com a Bahiafarma (Foto: Romulo Faro)
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Bahia 247 - Vinculada à Secretaria da Saúde do Estado, a Fundação Baiana de Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico, Fornecimento e Distribuição de Medicamentos (Bahiafarma), deve faturar mais de R$ 80 milhões em 12 meses com os medicamentos Cabergolina e Cloridrato de Sevelâmer, que serão fornecidos ao Sistema Único de Saúde (SUS) - um deles a partir deste mês.

Informação é do secretário da Saúde e presidente do Conselho Curador da Bahiafarma, Fábio Vilas-Boas, que empossou a nova diretoria da entidade ontem e apresentou trechos do novo plano de negócios da entidade.

"Essa é uma empresa estratégica no processo de atração e fixação de laboratórios e indústrias farmacêuticas a fim de criar um polo farmoquímico na Bahia nos próximos anos", afirma Fábio Vilas-Boas. Ele ressalta que o Estado não pode ser importador de medicamentos em quase sua totalidade.

"Paralelo a isso, a nova diretoria criará dois novos segmentos: um voltado para o desenvolvimento de kits diagnósticos e outro para a produção de próteses, órteses e válvulas cardíacas", diz o secretário.

Uma das metas é investir em pesquisa, capacitação e profissionalização de modo que a Bahiafarma se firme no mercado como uma das grandes empresas do país. "A expectativa é que ela possa produzir de forma mais eficaz e econômica para o SUS", afirma Vilas-Boas. A Bahiafarma está dando sua contribuição com o medicamento Cabergolina, que passa a ser distribuído neste mês para todo o país.

A Cabergolina está sendo adquirida pela metade do preço por ser produzido no país, representando uma economia para o Brasil e permitindo que mais recursos sejam utilizados para ampliar o acesso a outros medicamentos e para atenção à saúde da população.

Economia

Estimativas do Estado apontam que o SUS economizará cerca de R$ 33 milhões por ano com a aquisição centralizada dos medicamentos Cabergolina e Cloridrato de Sevelâmer na Bahiafarma em detrimento da importação e aquisição com laboratórios privados. Isto corresponde a aproximadamente 50% das aquisições efetuadas pelo Ministério da Saúde em todo o País com estes fármacos. No entanto, isso só é possível com as Parcerias de Desenvolvimento Produtivo (PDPs).

O Ministério da Saúde firma acordos com laboratórios privados para que os mesmos se comprometam a transferir, aos laboratórios públicos brasileiros, a tecnologia para a produção de determinado medicamento dentro do prazo de cinco anos. Durante esse período, os laboratórios do setor privado são responsáveis pela produção do princípio ativo e transferência da tecnologia ao laboratório público.

Para que ambos sejam beneficiados durante o acordo, o governo garante aos laboratórios privados a exclusividade na compra desses produtos durante o mesmo período. Após o prazo para a transferência de tecnologia, o laboratório público nacional inicia, de forma autônoma, a produção completa do medicamento visando atender à demanda nacional. No caso específico da Bahiafarma, a PDP é com a Cristália.

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